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Impressione-se com os salários dos juízes do Acre. Nomes e contra-cheques também serão investigados no CNJ

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Os salários dos juízes do Acre devem ser remetidos ao Conselho Nacional de Justiça, por ordem da presidente do CNJ e do STF, ministra Carmen Lúcia. Os demais tribunais têm esta obrigação, a fim de que os vencimentos de todos os magistrados do país passem por uma investigação rigorosa. A ordem deu ânimo extra aos internautas que costumam viralizar informações tidas como sigilosas ou curiosas. A remuneração bruta dos juízes acreanos aos poucos vai ocupando as redes sociais, com direito a comentários jocosos e um tom de ironia prevalente. São chamados de “deuses milionários do Acre”. Pudera. Os vencimentos impressionam. Os maiores salários de mês de julho são de Clovis Augusto, juiz auxiliar da Corregedoria do TJ (R$ 153 mil) e Lois Arruda, juiz auxiliar da Presidência do TJAC (R$ 141 mil). A lista completa de vencimentos por magistrado no Acre pode ser conferida AQUI.
Obviamente, a legalidade dos vencimentos, bem como os penduricalhos contidos em folha deverão ser analisados, afim de verificar legalidades e possíveis anomalias.Os tribunais devem enviar a folha a partir de setembro, mês a mês, assim como cópias do contracheque dos magistrados cinco dias após a liberação do pagamento, discriminando inclusive valores extras, como subsídios e verbas especiais.

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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