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A indireta do DEM para o PP: “O Juruá tem menos voto que a Baixada da Sobral”

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O Democratas insiste em emplacar uma segunda candidatura ao Governo do Acre em 2018. E, como diz a máxima popular, se colar, os três líderes da composição DEM-PSDB formaria deveriam formar a chapa majoriária (um para o governo e outros dois para o Senado). É este o raciocínio do secretário-geral do Democrata Franck Lima ao promover sucessivas postas nas redes sociais, sobretudo na tentativa de desclassificar a proposta de unidade em torno do senador Gladson Cameli.
“Com todo respeito que tenho ao vale do Juruá, mas política é números, e números não mentem. O vale do Juruà é importante sim, mais não é mais importante do que o que é”, escreveu Lima num grupo de Whatsapp cujos membros têm orígem em vários partidos de oposição. “Cruzeiro do Sul, Porto Valter, Thaumaturgo, Rodrigues Alves, Márcio Lima, a soma dos votos desses cinco municípios é menor que a soma dos votos da Baixada da Sobral”, disse ele. “E tem nego que fala como se seu candidato fosse ter todos os votos da localidade”, ironizou. “Vamos acordar e fazer política com os pés no chão”, concluiu.
 

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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