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Jorge Viana diz que país vive sob “maldição” e rechaça ‘caçada injustificável’ ao ex-presidente Lula

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O senador Jorge Viana (PT-AC) classificou o momento que o Brasil vive hoje como uma “crise institucional sem precedentes”. Segundo ele, o país viu no ano passado o confronto do Legislativo contra o Executivo no processo de impeachment. Logo após, aconteceu uma disputa entre o Judiciário e o Legislativo. Para o senador, estes confrontos representam uma maldição para o povo brasileiro, informou a Agência Senado.
De acordo com a publicação, Viana afirmou que o ex-presidente Lula tem sofrido uma “caçada injustificável”. Na opinião do senador, alguns membros do Judiciário têm medo de uma lei que puna o abuso de autoridade, mesmo que as denúncias sejam feitas pelo Ministério Público e o julgamento pelo próprio judiciário. Para ele, muitas pessoas estão agindo hoje fora da lei.
— Eu queria aqui dizer que acho lamentável que setores do judiciário, setores do MP participem disso, que não tem quem entenda de outra maneira a não ser uma grande perseguição ao presidente Lula. Daqui a minha solidariedade a ele e a família dele. Não adianta, se alguns companheiros ou ex-companheiros vão agora virar delatores, eu me pergunto: com uma pessoa presa dois, três anos sem ter sentença é tortura, ou como é o nome disso? É chantagem? Quem aguenta? Quem é que resiste?
O senador comentou, ainda, o novo processo no STF contra Michel Temer e integrantes do governo federal: “que maldição é essa que o Brasil está vivendo?”, desabafou; “O país não merece isso, o povo que não merece passar por isso. Em vez de se consertar o que estava errado, se destrói o país, se destrói a autoestima dos brasileiros, se destrói a esperança”

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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