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Jorge Viana quer um salário mínimo para financiar campanhas e fim da gastança nas eleições

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O senador Jorge Viana (PT-AC) comemorou o recuo parcial da Câmara dos Deputados, que não aprovou a criação de fundo público de R$ 3,6 bilhões para custear campanhas eleitorais (PEC 77/2003 na Câmara). Em entrevista à repórter Hérica Christian, da Rádio Senado, ele defendeu a redução dos custos das eleições por meio da utilização das redes sociais e da doação voluntária dos eleitores, que seria limitada a um salário mínimo.”Sou contra trazer recursos empresariais para financiar eleições no Brasil. Foi por causa disso que chagamos na Lava Jato. Devemos ter uma combinação de pouco dinheiro público com  financiamento individual, limitando o financiamento a um salário mínimo, conforme projeto que apresentei. Temos que tirar o abuso do poder econômico das eleições. Assim iremos recuperar o respeito da sociedade com a atividade política”, disse. “Com gastança, não teremos avanço”, completou.
O senador diz que os partidos devem ter menor gasto com maior eficiência. Temos a TV, o rádio e as redes sociais, como instrumento para simplificar as campanhas eleitorais. O modelo atual diz que pra ser político hoje é preciso ter um esquema financeiro. Ou seja, não basta ter boas idéias e propostas. Não é possível que a ficha não caia”, finalizou.

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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