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Liberada a 1ª parcela, no valor de R$ 190,6 mil, de emendas de Alan Rick para projeto social na Cidade do Povo

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Já está na conta do Tribunal de Justiça do Acre a primeira parcela, no valor de R$ 190,6 mil, da emenda individual do deputado federal Alan Rick, para a aquisição de equipamentos e implantação da “Casa dos Sonhos” na Cidade do Povo. O objetivo do projeto é facilitar o acesso do cidadão à justiça, através da prestação de serviços jurídicos e garantir um espaço que promova o incentivo às crianças e adolescentes ingressarem nas carreiras jurídicas.
Dessa forma moradores da Cidade do Povo e bairros adjacentes poderão contar com serviços gratuitos de assistência jurídica voluntária e mecanismos para a solução de conflitos, assim como promover a inserção social e a prestação de informações sobre serviços públicos, cidadania e acesso à justiça.
O Deputado Alan Rick disse que a viabilização dos recursos coloca em prática um belo projeto que visa facilitar o acesso à justiça, bem como a humanização dos serviços judiciários, bem como estímulo à carreira jurídica. “Fico contente em poder ajudar na concretização de um projeto inovador para a justiça acreana. Não tenho dúvidas que será um excelente espaço de justiça e cidadania”, disse o parlamentar.
A presidente do TJ, desembargadora Denise Bonfim destaca a importância da liberação dos recursos. “A união de esforços é essencial para o desenvolvimento desse projeto. O bairro Cidade do Povo é considerado de grande concentração de pessoas em Rio Branco, consequentemente, os conflitos são muitos. Nesse contexto, o projeto Casa dos Sonhos surge voltado à implementação e ao desenvolvimento de ações destinadas a efetiva participação do cidadão na solução de conflitos, além de aproximar o Poder Judiciário da comunidade. O projeto foi criado na gestão da desembargadora Cezarinete Angelim. Será um excelente espaço de Justiça e Cidadania. Agradeço ao deputado Alan Rick. O TJ agradece”, disse a desembargadora Denise Bonfim
Cezarinete Angelim, autora da proposta, lembra que o projeto contempla uma das principais metas da gestão, na “implementação de ações de conciliação, mediação e solidariedade social, capazes de proporcionar à comunidade mais carente e desassistida, meios que possibilitem a sua inserção social, informações sobre serviços públicos, conhecimentos sobre cidadania, direito, assistência judiciária voluntária e mecanismos de solução de conflitos”.
Da Assessoria

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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