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Mototaxímetro em Rio Branco começa com R$ 3,50 e cobrará R$ 1,50 por quilômetro. Saiba como ficará a bandeira 2

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Dezembro deste ano é o prazo final, segundo a Rbtrans, para a instalação dos mototaxímetros. A responsabilidade é toda dos permissionários, através do sindicato da categoria. O aparelho custa R$ 900,00. Uma portaria, a de número 219, publicada no Diário Oficial do Estado, diz que o passageiro, logo no início da corrida, estará pagando R$ 3,50, no caso da bandeira 1, sendo que este valor será acrescido de R$ 1,50 por quilômetro rodado. Para cada hora parada, será cobrado um extra de R$ 15,00.
A bandeira 2 prevê um valor de R$ 1.80 por quilômetro, e deverá ser acionada das 22h às 6h (dias úteis, como ocorre com os táxi); de zero hora às 6h (feriados); do meio dia de sábado até ás 6h de segunda-feira; e durante todo o mês de dezembro.
Rio Branco é uma das primeiras capitais do país a aderir ao novo sistema de aferição de preços nas corridas por mototaxi. A assessoria da Rbtrans informou que houve testes satisfatórios com quatro motocicletas. A autarquia municipal, à qual cabe fiscalizar e disciplinar o sistema, acredita que a medida disciplinará a relação entre usuário e permissionário. Ou sera, há casos isolados em que o passageiro discorda dos valores cobrados num mesmo trecho ( exemplo do cidadão que vai trabalhar pela manhã e retorna para casa, fazendo o mesmo percurso, mas sendo cobrado valores divergentes). Embora haja uma tabela que deve ser apresentada pelos condutores, muitos ainda adotam o preço por estimativas. Como o passageiro se acha no direito de questionar, quase sempre o mototaxista é hostilizado, resultando em discussões que poderiam ser evitadas.

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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