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Movimento Hip Hop Acreano fará “grande manifestação” na Assembléia Legislativa, nesta 3ª, por liberdade de expressão

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O Movimento Hip Hop Acreano organizado anuncia uma “grande manifestação”, a partir das 8 horas desta terça-feira (4), no Cacimbão da Capoeira. Outros movimentos culturais  CH2, MHG e FU se uniram para pedir respeito á liberdade de expressão. Os manifestantes são os mesmos que tiveram suas atividades suspensas na última semana numa ação que eles consideraram “truculenta” da Polícia Militar. Na ocasião, havia uma espécie de gincana de poesias e, segundo argumentou a PM, a ação policial foi motivada por denúncias anônimas. A Assessoria de Comunicação da Polícia Militar informou que os moradores reclamavam de cheiro forte de maconha e som alto, fora do horário permitido (além das 23:30 horas). Um professor, integrante do movimento de Hip Hop, foi detido, causando revolta generalizada. O movimento negou o uso de drogas e entende que os militares foram abusivos.
Em nota, os organizadores contestam a versão da polícia e dizem que o manifesto desta terça-feira será pacífico, com o objetivo de fazer cumprir a Constituição Federal. “Será um ato pacífico. Agradecemos desde já a todos que comparecerem. Hoje somos nós ,amanha pode ser você ou alguém da sua família.. paz”.

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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