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“Não podemos dar espaço a quem quer dividir o nosso governo”, diz Gladson Cameli a deputados da base

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O Governo do Estado do Acre e a base do governo na Assembleia Legislativa do Estado do Acre (Aleac) se reuniram na Casa Civil, nesta terça-feira, 15, num encontro coordenado pelo governador Gladson Cameli e pelo secretário da Casa Civil, Ribamar Trindade.
Na pauta principal, o alinhamento entre Executivo e o Legislativo para aprovação de projetos de lei importantes para o estado e a revisão do projeto da LDO, a Lei de Diretrizes Orçamentárias.
O governador fez uma explanação aos 17 deputados estaduais presentes na reunião, dos 24 que compõem o parlamento, sobre a venda da dívida do Estado ressaltando que, dos R$ 3,8 bilhões que serão renegociados, pelo menos R$ 200 milhões por ano serão economizados permitindo o uso destes recursos em novos investimentos.
Cameli também destacou a importância da votação da LDO e da dos demais projetos do estado que são de total interesse público.
“Não tenho culpa do estado estar nesta situação. Não foi eu que contraí e não paguei as dívidas do Estado. Em todos os municípios que você anda está tudo destruído [como resultado do débito deixado pelo governo anterior]. Mas se eu não estivesse enxugando a máquina e correndo atrás de dinheiro, já tínhamos decretado calamidade financeira”, afirmou Gladson Cameli.
O governador entende que não está sozinho nesta empreitada de colocar o estado nos trilhos do desenvolvimento com as contas em dia. “Mas não podemos dar espaço para quem quer dividir o nosso governo”, frisou.
Na opinião de Gladson Cameli, o que chama mais atenção “são as conspirações para que as coisas deem errado”. “A todo custo, pessoas tentam me colocar contra minha equipe e contra a base do governo. E já estamos com problemas com relação às emendas de bancada, mas eu não sou como o PT, assim como todos aqueles que não respeitavam o Poder Legislativo”, disse o governador.
E emendou: “Só que o nosso governo já deu certo. Tenho boa fé para trabalhar pelo povo acreano, além do que não tenho dúvidas que executaremos todos os projetos para que o Acre volte a crescer, para que as famílias possam ter emprego e renda”.
Aos deputados, o governador Gladson Cameli afirmou ter total confiança no secretário da Casa Civil e que está dando todas as condições possíveis para que ele possa trabalhar. Disse ainda que até dezembro acompanhará o desempenho de todos, com uma avaliação sobre a atuação de cada um.
“Vocês, os nossos aliados, assim como os da Câmara [dos Deputados] precisam estar unidos para construir as obras estruturantes que a população precisa. É preciso recomeçar e vencer as etapas”.
Já o presidente da Mesa Diretora, Nicolau Júnior, e o líder do governo, Gehlen Diniz, destacaram a importância da união e da determinação da base em trabalhar pela aprovação dos projetos de lei apresentados pelo Poder Executivo, cujas propostas têm como objetivo ajustar o Estado economicamente para garantir o desenvolvimento.
“Estamos caminhando junto com o governo e pelo bem da nossa população. O sentimento na Assembleia é de união em torno do que é melhor para o estado, porque reconhecemos os esforços desse governo”, destacou Nicolau Junior.
Estavam presentes na reunião os deputados Nicolau Júnior, Gehlen Diniz, Cadmiel Bonfim, Luís Gonzaga, Whendy Lima, Luís Gonzaga, Neném Almeida, Manoel Moraes, Meire Serafim, pastor Wagner, Manoel Pedro, Marcos Cavalcante, Josa da Farmácia,  Luís Tchê, Chico Viga, José Bestene e Dra. Juliana.
Também participaram o secretário de Relações Políticas e Institucionais, Alysson Bestene, o procurador do Estado, Andrey Hollanda.
Da Secom

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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