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No Acre, mais de 1.500 empresas fecharam as portas em menos de um ano

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Cerca de 1.536 empresas foram extintas no estado durante 2016. O levantamento foi encaminhado ao Departamento de Registro Empresarial e Integração (Drei), que faz o ranking anual e mensal das juntas comerciais de todo o Brasil. O dado aponta também que, no mesmo período, outras 752 empresas foram constituídas. As informações são do G1. O presidente da Junta Comercial, Carlos Afonso, argumentou que boa parte dessas empresas já não operavam há mais de dez anos, ou seja, foram extintas em 2016, mas já haviam fechado as portas antes disso, diz a publicação.
“Essas empresas que estão há anos sem operar, recebem uma notificação e um prazo para aparecerem. Se não apresentarem nada, elas são extintas”, explica.
Afonso diz que a instituição está fazendo uma reestruturação e digitalizando o acervo de cadastros, por isso, esse número acabou sendo tão alto. Ele não soube informar o seguimento onde ocorreu o maior fechamento, mas diz que a maioria decidiu encerrar as atividades devido a dívidas.
“Há pessoas que deixam de operar por uma questão de empréstimos ou Imposto de Renda, além de outras situações. A pessoa acaba sendo prejudicada em alguma operação que busca fazer e decide fechar. Infelizmente, isso está ocorrendo muito”, lamenta.
O ranking mostra ainda informações do setor empresarial nos três primeiros meses de 2017. Em janeiro deste ano, segundo o departamento, 63 empresas foram abertas e 275 extintas.
Em fevereiro, 76 novos empreendimentos abriram as portas, enquanto 162 fecharam. No mês de março não foi diferente, conforme o Drei. Enquanto 192 foram extintas, surgiram outras 91.
Fonte; G1

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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