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Operação “Buracos” tenta prender suspeitos por desvio de R$ 700 milhões no DINT e Deracre

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Na manhã desta segunda-feira (30/10), a Polícia Federal, com a participação do Ministério Público Federal, Controladoria-Geral da União, Tribunal de Contas da União e Receita Federal, deflagrou a Operação BURACOS, com o objetivo de apurar desvios de recursos públicos no âmbito do Departamento de Estradas e Rodagens do Acre, DERACRE, e Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, DNIT do estado de Rondônia.
Cerca de 150 servidores, dentre policiais federais, auditores da CGU, auditores do TCU e auditores da Receita Federal estão dando cumprimento a 23 mandados de condução coercitiva e 26 de busca, nos municípios de Rio Branco/AC, Porto Velho/RO, Pimenta Bueno/RO, Ji-Paraná/RO, Cuiabá/MT e Araraquara/SP.
O esquema investigado envolve servidores do Departamento Estadual de Estradas e Rodagens do Acre (DERACRE), do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT/RO), além de empresários. Os valores eram pagos por serviços não executados e materiais que nunca seriam entregues. O grupo também se utilizava de funcionários fantasmas.
Três servidores do DNIT/RO foram afastados de seus cargos por suspeita de envolvimento com os crimes investigados.
Os recursos federais investigados eram destinados à construção, pavimentação, conservação e recuperação de rodovias federais, além da abertura, melhoramento ou recuperação de ramais. Estima-se que o prejuízo possa chegar ao montante de R$ 700.000.000,00.
São investigados os crimes de peculato, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
Será realizada entrevista coletiva às 10h00, no auditório da Superintendência Regional da Polícia Federal, localizada na Rodovia BR 364, n. 3.501, Rio Branco/AC.
O nome da operação faz referência a uma assertiva de um advogado de que “no estado do Acre, buracos dão lucros para poucos!”

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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