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Pacientes renais crônicos têm anemia profunda e todos os transplantados do Acre correm risco por falta de medicamento essencial

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A Unidade de Nefrologia do Hospital das Clínicas registra vários pacientes com deficiência grave de ferro no sangue. “A maioria dos pacientes corre risco de morte após terem contraído anemia profunda. Todo o agravamento na saúde destas pessoas é decorrente da falta do medicamento sacarato de hidróxido férrico, há mais de um ano e meio”, afirmou . “Quem tem dinheiro, compra. Quem não tem, vai perecer e até morrer”, denunciou Vanderli Ferreira, membro da Associação dos Pacientes Renais Crônicos. Ele fez uma transmissão ao vivo, em sua página no Facebook, para alertar a sociedade sobre o descaso.
No vídeo-denúncia, Vanderli afirma que todos os transplantados do Estado do Acre deixaram de tomar o Tacrolimus, um fármaco usado principalmente após transplante de órgão para reduzir a atividade do sistema imune e, assim, reduzir o risco de rejeição. “Os pacientes correm o risc o de perder seus órgãos por que não têm essa medicação”, disse. Ele diz que moveu uma ação no Ministério Público Estado (MPE), mas ainda não obteve respostas.
O secretário Gemyl Júnior, seguindo uma linha autoritária e indiferente com a causa dos cidadãos que dependem do SUS, não atende ao celular se o número chamado não está na sua agenda. A assessoria do secretário também retorna a ligação, o que dificulta o trabalho da imprensa. Por duas vezes, a reportagem de acjornal.com tentou ouvir Gemyl Júnior, sem sucesso, nesta segunda-feira.

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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