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Palhaçada na Cageacre: governo demite 33, nega aposentadoria aos mais antigos, mas dá cargo de R$ 15 mil a marido de secretária de estado

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A Cageacre, empresa em liquidação há quase 20 anos, ganhou seu sétimo diretor ilustre com salário fora da realidade financeira propagada pelo governador Tião Viana. Nemézio de Carvalho Coelho recebeu seus primeiros vencimentos neste mês após a nomeação retroativa a 1º de outubro deste ano. O salário de R$ 15.347,00 brutos foi decidido em assembléia do corpo diretor da empresa, que não serve para absolutamente nada, e demitiu 33 trabalhadores recentemente a mando da Procuradoria do Trabalho. Esses trabalhadores, segundo a justiça, ingressaram no serviço público sem concurso. Mas quem precisa de concurso no governo petista?
Nemézio é marido da secretária adjunta de Gestão Pública, Flora Valadares Coelho. O ato de nomeação é assinado pelo diretor presidente, Daniel dos Santos Lopes e Silva, e não comparece para dar expediente como ocorre com um trabalhador comum.
Alguns dos demitidos já estavam com tempo de aposentaria, e conseguiram aposentar. Outros 17 tiveram seus contratos cancelados faltando pouco menos de um ano para alcançarem o direito á aposentadoria. O sindicato da categoria tentou que o governo dessem uma gratificação a eles, para que pudessem completar o tempo de aposentaria. O governo, no entanto, alegou que não tem dinheiro.

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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