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Calafate emociona enfermeiro, candidato a deputado, perseguido por defender trabalhadores da saúde

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O enfermeiro assistencialista João Batista, que presidiu a comissão provisoria do Sintesac, o Sindicato dos Servidores da Saúde, foi tomado por uma grande – e comovente – surpresa, nesta quinta-feira. Seria uma “pequena reunião” para o lançamento de sua candidatura a deputado estadual. O espaçoso ambiente ficou tomado por populares da região do Calafate, onde João mora com a esposa e filhos ha 17 anos. “Fiquei emocionado. Confesso que não esperava tudo isso”, declarou João Batista. Cerca de 400 pessoas foram pedir que, se eleito, João Batista lute por mais segurança e inclusão social naquela região, considerada uma das mais violentas da capital.

A presidente do Spate (entidade que representa técnicos, auxiliares e enfermeiros) e do Sintesac, Adailton Cruz, são apoiadores da campanha. “Precisamos de alguém que nos represente todo dia, dia e noite. Ele (João) tem sido o nome que nos da saúde vamos defender ate o fim”, disse Rosa Nogueira. Eu vim por gratidão e por que acredito que as propostas dele sao sinceras”, disse a aposentada Raimunda Fidélis Cardoso.
Joao Batista foi perseguido pela Secretaria de Saúde (Sesacre), que o transferiu do Huerb em represália, pelo fato de ele exercer atividades sindicais, cobrando melhorias para os trabalhadores e se contrapondo ao corte de direitos dos colegas. O enfermeiro tem pedido a contratação dos concursados da saúde, insistentemente, a fim de cobrir o deficit de profissionais em todas as unidades do estado e melhorar a prestação de serviços do SUS aos pacientes do Acre.
Em sua despedida, apos ser informado que estaria transferido do Huerb para o Hosmac, o Hospital Psiquiátrico, João Batista chorou com a emoção dos colegas de trabalho, que o desejaram volta por cima. Aquele teria sido um dos momentos mais importantes para que o enfermeiro decidisse se candidatar.
“Me alegro ao receber o apoio de pessoas que pensam como a gente, e tem a esperança numa sociedade livre, um novo rumo para as politicas de transformação para o Acre e as famílias acrianas”, declarou Joao Batista.

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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