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Petista derrotado em 2016 pede cassação do 1º índio acreano eleito prefeito, acusado por Caixa 2

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O prefeito de Marechal Thaumaturgo, Isac Pyanko, e seu vice, Valdélio Furtado, eleitos pela coligação PMDB-PSC, deverão se explicar à Justiça Eleitoral, no próximo dia 28, sobre a acusação de uso de caixa 2 durante a campanha de 2016. A cassação da chapa eleita é pedida pelo candidato derrotado, Aldemir Lopes, petista dissidente do PMDB. A acusação diz que o candidato eleito sonegou gastos que deveriam constar na prestação de contas, ficando configurado crime de caixa 2 e abuso de poder econômico.
Lacy Castelo Branco de Menezes, apontada na denúncia como coordenadora da campanha, e dona Fátima Pyanko, esposa do prefeito eleito, repassavam dinheiro em espécie a terceiros, para que estes depositassem tais quantias em suas contas pessoais e, a partir daí, procedessem à transferência de tais valores para a conta da campanha.Cópias dos recibos foram juntados como prova.
 
Aldemir levanta suspeita de que parte dos recursos destinação teria sido destinada à Associação Apiwtxa, pessoa jurídica administrada por Pianko e seus irmãos. A associação é uma ONG mantida, inclusive, com verbas internacionais.
 
Muitas pessoas, diz a denúncia, foram contratadas para trabalhar na campanha de Pianko com diária de R$ 25,00, segundo comprovam planilhas anexadas ao processo. Há provas, também, da frequência desses cabos eleitorais no comitê de campanha. Apesar de mísera remuneração, o que se gastou pagando esses trabalhadores não aparece na prestação de contas do prefeito eleito, segundo a denúncia. O candidato derrotado acusa o rival de pagar fiscais de urna, ao preço de R$ 50,00 com recursos da referida ONG. O dinheiro teria sido depositado numa conta pessoal da mulher do prefeito, diz a denúncia.
A reportagem não conseguiu contato com o prefeito para obter detalhes de sua defesa.
Com informações Juruá em Tempo
 

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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