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Pilotos fraturam fêmur e braço em corrida de Motocross sem o Samu, em Cruzeiro do Sul

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A corrida de motocross realizada neste sábado, em Cruzeiro do Sul, na comemoração dos 113 anos de emancipação política do município, não teve a assistência obrigatória do Samu (Serviço de Atendimento Médico de Urgência). Dois pilotos sofreram acidentes, entre eles Marcos Siqueira filho, diagnosticado com micro fraturas na cabeça do fêmur e luxações pelo corpo. O rapaz recebeu atendimento no hospital do Juruá e já esta em casa. Um outro piloto, Lucas, tem cirurgia agendada para a manhã deste domingo. Ele fraturou o antebraço direito. Testemunhas disseram que militares do Corpo de Bombeiros chegaram após o início de algumas baterias.
A corrida, organizada pelo município, recebeu outras críticas severas nas redes sociais, sobretudo pela falta de apoio médico aos pilotos acidentados. Foi realizada na pista ao lado 61 Bis, no horário noturno, sem iluminação adequada. Um servidor da saúde afirmou que “vidas foram colocadas em risco eminente”. “Se solicitaram o SAMU e o mesmo não compareceu o evento não poderia ter iniciado ate a solução do problema. Poderiam ter pedido ajuda do 61 Bis com seus paramédicos ou ate mesmo uma ambulância do município com profissionais da área de saúde capacitados para o primeiro socorro e transporte de acidentados. Foi um verdadeiro amadorismo por parte dos organizadores e um heroísmo por parte dos participantes para realizar tal evento”, criticou um comerciante que investiu na participação de um parente piloto.
O prefeito Ilderley Cordeiro fez um comunicado à coordenação do Samu, informando sobre o evento. “O convite foi feito. Na cidade só existe uma ambulância do Samu. Não fomos informados sobre possíveis dificuldades para mandar assistência dos paramédicos. Mas o corpo de bombeiros estava lá, socorreu os pilotos e ficou até o final. Infelizmente, as condições de estrutura não são fáceis”, disse o prefeito de Cruzeiro do Sul, que lamentou o ocorrido.
 

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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