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“Pittibull” de Roberto Duarte aposta em intervenção federal para ser vereador

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O assessor parlamentar Franck Vidal, na falta do que fazer, disse que criará um grupo virtual (no aplicativo Whatsapp) para pedir intervenção federal no Acre. Ele é assessor do deputado Roberto Duarte Júnior, que mantém servidores fantasmas em seu gabinete. Na noite desta segunda-feira, Vidal começou a “arrebanhar” internautas entusiastas da idéia estapafúrdia.
Vidal, o maior salário entre os assessores, comanda um programa de rádio na 93.3 FM, emissora da família da esposa do deputado. O grupo gazeta, que engloba o Jornal A Gazeta, espera faturar alto com a mídia institucional, muito embora tenha aberto espaço nobre para Roberto Duarte e seu “pittibull” atacarem, diariamente, o governo e o governador Gladson Cameli (PP).
O assessor do deputado é declaradamente pré-candidato a vereador. Ele consegue se desdobrar em dois.
1 – O fantoche que garimpa informações (muitas vezes inventadas) para desclassificar as gestões municipal e estadual
2 – E o empregado que precisa estar presente (ao menos durante as sessões na Aleac) para não engrossar a lista de servidores pagos pelo contribuinte sem comparecer no local de trabalho.
O patrão foi vereador com um mandato elogiável. Se tornou insuportavelmente vilão ao cuspir no prato que comeu e apostar na impunidade, contratando pessoas que vivem distante mas recebem religiosamente, todo dia 20, sem saber sequer o endereço do Parlamento.

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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