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PMDB descarta Comissão de Ética e pede “ampla defesa” para ex-prefeitos presos pela PF em Brasiléia

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O PMDB não vê motivos para julgar, em sua Comissão de Ética, o ex-prefeito Aldemir Lopes, de Brasiléia, preso novamente na manhã desta quarta-feira pela Polícia Federal. “Esperamos que esta prisão esteja dentro da lei. O Aldemir pediu afastamento da executiva estadual do PMDB. Logo, cabe à sua defesa jurídica fazer o seu trabalho. Nós lamentamos, mas não vamos fazer pré-julgamentos. Seria irresponsabilidade chancelar um mero processo investigatório sem que tenha havido sentença final sobre o assunto”, disse o primeiro vice-presidente do PMDB, o ex-deputado federal João Correia.
Aldemir Lopes havia sido preso em 5 de julho de 2015, na Operação Metástase, também pela Polícia Federal, sob a acusação de desviar verbas da saúde no município. Ele teve a prisão preventiva  convertida em prisão domiciliar, com o uso de tornozeleira eletrônica, por ordem do ministro Henrique Gouveia, do Tribunal Regional Federal (TRF). Á época, o então prefeito Everaldo Gomes, sucessor de Aldemir, foi afastado, suspeito de pactuar com o desvio que, segundo a PF, chegou a R$ 7 milhões.
Nesta quarta, Everaldo Gomes também foi recolhido a uma cela da Polícia federal. Os dois ex-gestores de Brasiléia, ambos peemedebistas, integram um esquema criminoso, segundo a polícia, formada por empresários e agentes políticos suspeitos de atuaram em conluio para fraudar licitação, realizada no primeiro semestre de 2013, que possuía como finalidade a contratação de Empresa de fornecimento de mão de obra terceirizada à Prefeitura Municipal de Brasiléia/AC.
Veja o que disseram a deputada Eliane Sinhazique e o vereador Roberto Duarte Júnior.

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Eliane Sinhazique

“Sempre serei a favor de que se investigue apuradamente todas as denúncias de ilicitudes. Se comprovada a culpabilidade, puna-se! Quem quer que seja e de que partido for. Óbvio que se  não for comprovada a culpa, o ilícito, que se coloque também suas inocências”

Roberto Duarte

Não falo em nome do PMDB. Na qualidade de vereador da Capital espero que os ex prefeitos tenham direito à ampla defesa, contraditório e o devido processo legal, que possam mostrar o que realmente aconteceu em suas administrações. Já na qualidade de advogado acredito nas instituições, nas nossas polícias, no ministério público e na justiça estadual e federal”.

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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