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Policial acreano acusado de ajudar bolivianos no sequestro de trabalhador deve ser mantido preso, decide Câmara Criminal

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Familiares do trabalhador rural fecharam a fronteira após sequestro


O agente de Polícia Civil Maicon Cézar Alves Dos Santos deve continuar preso preventivamente sob a acusação de abuso de autoridade, disparo e porte de arma de fogo, invasão de domicílio, lesão corporal, organização criminosa, sequestro e prevaricação. Assim decidiu a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre. Maicon teria auxiliado policiais boliviano no sequestro do trabalhador rural Sebastião Nogueira do Nascimento, no dia 11 de fevereiro de 2017, quando foi deflagrada a operação ‘Pátria Amada’ do Ministério Público e Polícia Federal. Outros três bolivianos foram identificados como autores do sequestro. O trabalhador rural era acusado de sequestrar o filho de um senador boliviano. À época, houve protestos dos familiares do trabalhador, que chegaram a fechar as pontes da Amizade, em Epitaciolândia, e a Wilson Ribeiro, em Brasileia.
A decisão, que teve como relator o desembargador Elcio Mendes, derruba argumentos da defesa, de que a prisão do agente de polícia foi ilegal. O juiz apurou que houve tentativas de intimidação de testemunhas e de combinação de depoimentos com objetivo de “atrapalhar as investigações”. Interceptações telefônicas autorizadas pela Justiça indicam que algumas testemunhas estariam combinando depoimentos “a fim de induzir em erro a autoridade competente e atrapalhar as investigações”. A medida foi considerada imprescindível em razão da “periculosidade em concreto dos investigados e da gravidade real dos fatos imputados”.
 

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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