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Prefeito de Rio Branco desmente instituto de RO e anuncia ação judicial contra publicitário

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O prefeito Marcus Alexandre (PT), por meio de sua assessoria, negou ter contratado instituto de Rondônia para fazer pesquisa em Rio Branco. Em nota, o prefeito informa que os pesquisadores promoveram a pesquisa pelo aplicativo Whatsapp, sem que o acordo comercial tenha sido fechado com o município. Alexandre informa que a empresa não estava legalmente credenciada para a atividade, o que obrigou a prefeitura a desistir do contrato. Leia a nota abaixo

NOTA DE ESCLARECIMENTO

 
Sobre matéria publicada no site de notícias de Rondônia observador.com.br, trata-se de informação mentirosa. A Prefeitura ou o Prefeito de Rio Branco não tem e nunca teve qualquer relação contratual com essa empresa. O prefeito Marcus Alexandre, de fato recebeu o senhor Juvenil em seu gabinete, como faz com todos que o procuram, onde o mesmo apresentou proposta de produção de pesquisa sobre a gestão municipal. Quando solicitada documentação da empresa para uma possível contratação pelas vias legais, o senhor Juvenil informou que a empresa não estava em estado de regularidade fiscal, não tinha certidões e demais documentos exigidos por lei para tal, o que impediu o avanço de qualquer tratativa a respeito dos serviços propostos.
Pouco tempo depois o proprietário da empresa, mesmo sem ser contratado, quis entregar um produto que não foi oficialmente recebido ou utilizado pelo prefeito ou qualquer outro membro da gestão, pois em decorrência da não regularidade da empresa optamos por não dar sequência a tratativa de contratação do serviço.
Nos causa estranheza, inclusive, que a suposta pesquisa tenha sido feita sem nenhuma base científica, tendo sido realizada por meio digital, por aplicativos de mensagens, mais precisamente pelo WhatsApp, como informado pelo próprio autor da denúncia, conforme publicado em matéria divulgada em site de Rondônia.
Portanto, a acusação feita pelo senhor Juvenil não é verdadeira. O prefeito e o secretário André Kamai acionarão esse senhor judicialmente para que a verdade seja reposta.
Rio Branco, 23 de Novembro de 2017
Andreia Oliveira
Diretora de Comunicação
Prefeitura de Rio Branco

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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