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Presidiária ataca agente penitenciária com “marmitada” da cabeça, em Rio Branco

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A detenta Michele OLiveira da Silva, de 22 anos, foi conduzida a delegacia de flagrantes da policia na noite de segunda-feira por agressão física de natureza grave. Ela usou uma marmita térmica para agredir a agente penitenciaria Marcela Teles, de 27 anos. O fato aconteceu na segunda-feira, no presidio feminino. De acordo com o boletim de
Ocorrência, a agente agachou-se para juntar as marmitas, quando a presa pelo o espaco da grade desferiu um golpe com a marmita em sua cabeça.
Marcela Teles foi atendida por colegas e encaminhada à enfermeira. O golpe resultou em três pontos na cabeça da vitima. A detenta foi encaminhada à Defla, onde assinou um T.C.O. (termo circustanciado de ocorrência). O caso foi encaminhada ao juizado especial criminal.
Ha dois meses uma agente perdeu parte do dedo apos agressão de uma presa. As duas agentes são do quadro provisório. Elas terão os contratos cancelado nos próximos dias

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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