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“Retaliação do Gedeon”: advogada candidata a prefeita e feirante de 70 anos são proibidas de frequentar mercado de Plácido de Castro

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A advogada Joana D´Arc Santana, candidata a prefeita de Plácido de Castro, foi constrangida na manhã do último sábado, sendo proibida de permanecer no mercado público da Vila Campinas.
O administrador do mercado disse ter ordens para proibir a permanência da advogada “nesse lugar”. Joana tomava café com amigos a convite de uma feirante de 70 anos que também é candidata a vereadora.
A trabalhadora foi comunicada na manhã deste domingo que também não poderá mais revender alimentos no mercado público. Apenas o seu esposo, que é agricultor, poderá abrir o estabelecimento. “A perseguição já existia, e agora está mais forte”, desabafa a idosa.
Única mulher candidata majoritária pelo PSL, Joana D´Arc explica que sempre respeitou a lei, e não pediu votos antes do tempo. Ela vê retaliação do prefeito, filiado ao PSDB, que, segundo entende, se envaidece demais com o poder de mando do seu padrinho político, o vice-governador Major Rocha.
A atitude do prefeito gerou revolta das mulheres feirantes e outras solidárias à candidatura da advogada e da feirante.
A advogado havia elogiado as instalação do mercado antes de ser abordada pelo funcionário do prefeito. Em vídeo (veja abaixo) ela diz que as instalações estão humanizadas, recém inauguradas, mas criticou a falta de lixeiras e bebedouros para atender a comunidade.
https://youtu.be/GUvFs8JIzNw
“Quem é Gedeon Barros senão um gestor público condenado pelo TCE por jamais ter apresentado uma prestação de contas? Eles não vão me calar. Que absurdo é esse?”, declarou ao acjornal a advogada na noite deste domingo.
Joana mostra as deficiências da gestão municipal e tem enfrentado a ira de secretários e do próprio prefeito. Abaixo, em vídeo,ela relata a precariedade de uma ponte prestes a ruir, que serve de passagem para centenas de famílias rurais que dependem de escoamento e comercialização de sua produção.
https://youtu.be/sqsqafBmpOg

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Apoio jurídico

Os advogados do PSL devem fazer a defesa das pré-candidatas. “Nossa assessoria jurídica será colocada á disposição das nossas candidatas. A feirante não pode ser proibida de trabalhar, pois é dali que ela tira o sustento de sua família. Se ela é candidata, está vedado pedir voto. Isso é outra questão, e pelo que sabemos essa regra não foi descumprida, nem pela doutora Joana nem pela feirante”, declarou Pedro Valério, presidente da Executiva Regional do PSL.
 

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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