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Rolo na Emurb: lista de presos tem engenheiro e auditor fiscal. Prefeito mantém servidores no cargo até desfecho da investigação

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O prefeito Marcus Alexandre preferiu aguardar o desfecho das investigações antes de decidir pela possível exoneração de quatro funcionários envolvidos diretamente na corrupção na Emurb. Em nota, o prefeito da capital diz ter colaborado em todos os momentos da investigação. A Assessoria de Imprensa do município reforçou, logo após, a decisão do prefeito. “O MP não pediu o desligamento desses funcionários.Houve um pedido para demissão de um servidor, na fase anterior da investigação, o que foi prontamente atendido”m destacou a secretária de Comunicação, Andréa Forneck.
O servidores presos, acusados de participarem do desvio de R$ 7 milhões, são de carreira no município. São seguintes:
1 – Raimundo Moura, servidor da Emurb
2 – José Carlos Fernandes – engenheiro da Secretaria Municipal de Obras
3 – Jorginey Fernandes – servidor da Secretaria Municipal de Agricultura
4 – Ozias Bezerra, auditor fiscal da Secretaria Municipal de Finanças

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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