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Saturação máxima: PM retoma abordagens preventivas nos bairros mais violentos de Rio Branco

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Com a finalidade de combater o crime e trazer de volta sensação de tranquilidade aos moradores de Rio Branco, a Polícia Militar do Estado do Acre começou na tarde desta quinta-feira, 3, mais uma fase da ‘Operação Saturação Máxima’, um conjunto de ações visando a repressão à violência nas regiões com maior incidência de crimes, segundo os serviços de inteligência.

Segundo informou o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Mário César Freitas, homens do Batalhão de Operações Especiais, o Bope, começaram a atuar nesses pontos estratégicos da cidade, realizando abordagens a pedestres e revistas preventivas em motoristas de veículos e motociclistas.

“A chamamos de saturação porque as abordagens, nos bairros mais distantes, estão associadas à outra operação, chamada de ‘Cerco Tático’, cuja finalidade é posicionar homens com viaturas em pontos estratégicos da cidade, num cerco à criminalidade dentro das cinco regionais”, explica o comandante.

Nesta sexta-feira, 4, a operação começa com um reforço a mais das forças policiais. Várias guarnições de áreas darão apoio ao Bope e essas ações de reforço devem prosseguir pelos próximos dias sem previsão para terminar.

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(Lília Camargo/Secom)

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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