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Sindicalista apela ao governador para manter emprego de 1.800 trabalhadores da Saúde

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Rosa, a terceira da esquerda para a direita, numa das reuniões com assessores do governo


A sindicalista Rosa Nogueira, presidente do Spate, entidade que representa auxiliares, técnicos e enfermeiros do Acre, tenta convencer o governador Tião Viana a não demitir os 1.800 trabalhadores do pró-saúde. “Existe uma interpretação equivocada sobre a sentença do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de Rondônia. A juíza determina que seja suspenso o fornecimento de mão-de-obra do pró-saúde para o Estado e prefeitura. Em nenhum instante fala-se em demissões. Não existe ordem legal para encerrar os contratos dos trabalhadores que já estão trabalhando”, lembra a sindicalista. O Spate informou que já está confirmada uma reunião, na próxima segunda-feira, com alguns dos principais assessores do governador.
No encontro, o sindicato reforçará o apelo para que nenhum dos 1.800 trabalhadores com contrato ativo no Pró-Saúde seja demitido. “Nós acreditamos numa saída. E acho que a alternativa é política. Quando o governo quer, ele pode. Vejam a situação dos 11 mil irregulares. Até hoje, esse pessoal está trabalhando. O poder público, que contratou, tem o dever de proteger essas pessoas e evitar pânico e desagregação nas famílias”, disse Rosa Nogueira.
A sindicalista informou que a sentença do TRTR já era esperada. O assunto estava sendo tratado nas reuniões com o Pró-Saúde para definir detalhes do acordo coletivo dos trabalhadores. Decidimos não antecipar a notícia por conta da preocupação que isso poderia gerar nas unidades de saúde.
“Quero acreditar que o senhor governador não tem interesse em prejudicar essas famílias. É justo remanejar esses funcionários que já estão trabalhando, aproveitando todo mundo em setores essenciais, uma vez que o déficit de profissionais continua alto e os concursados convocados são insuficientes para atender os pacientes do SUS”, concluiu a presidente do Spate.
A decisão do TRT afeta diretamente mais de 500 enfermeiros, técnicos e auxiliares. Os sindicatos não têm poder legal para interferir nessa situação.
 

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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