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Sindmed pedirá auditoria sobre vazamento de radiação no hospital de Sena Madureira

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Depois de quase um ano do pedido feito ao governo do Estado para que realizasse o exame radiométrico da sala em que está o aparelho de raio-x do Hospital João Câncio Fernandes, de Sena Madureira, continua a suspeita de vazamento de radiação para o cômodo ao lado, a sala de emergência, em que são atendidos os pacientes em estado grave.
Sem as respostas necessárias e devido a urgência do caso, o Sindicato dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) encaminhará denúncias aos órgãos competentes, pedindo que os administradores da saúde sejam responsabilizados por prevaricação em caso de confirmação da irregularidade.
A falta de resposta para a reclamação foi verificada em uma visita realizada por diretores ao hospital, na quinta-feira (29/06). A reclamação dos trabalhadores é que a barita, argamassa utilizada para isolar a sala de raio-x, estaria comprometida, não apresentando quantidade suficiente para impedir a contaminação de pacientes e de servidores. Para o presidente o Sindmed, Ribamar Costa, a situação é gravíssima de demonstra a falta de interesse dos governantes em oferecer saúde de qualidade.
“Esperamos que o caso seja tratado com seriedade para que a população e os profissionais não sofram com doenças graves resultantes dessa contaminação. Temos diversos casos na história em que a população sofreu muito”, afirmou o sindicalista. A denúncia será encaminhada para o Conselho Regional de Medicina (CRM), para o Ministério Público do Estado (MPE) e para o Ministério da Saúde para que haja uma auditoria na unidade de saúde.
A barita é usada para vedar a sala de raio-x e deve existir um reforço extra no local em que o tubo do aparelho dispara a radiação, quando o paciente fica em pé para fazer um raio-x do tórax.
Na hora do disparo, a radiação primária deve atingir o corpo do paciente a ser examinado e toda a sala acaba recebendo a radiação secundária, por isso o radiologista precisa utilizar o avental de chumbo.

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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