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“Somos amigos. Não houve nada disso”, diz ex-deputado ao negar ter sido agredido por comandante da PM de Manuel Urbano

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O ex-deputado estadual Gilberto Diniz disse que não procede a notícia de que ele teria sido agredido pelo capitão Moisés…, comandante da PM em Manuel Urbano. “Somos amigos há muito tempo. Foi tudo mentira. Ele (o capitão), jogou um fone de ouvido sobre a mesa e o equipamento resvalou no meu rosto. Foi apenas isso”, disse o ex-deputado. “Eu não tive costelas fratuiradas, como foi dito na imprensa. Nos damos muito bem por sinal”, afirmou Diniz.
O militar também contou sua versão do “incidente”, que ocorreu no sábado passado, e não nesta segunda, como anteriormente divulgado. “Somos amigos, parceiros e conhecidos. Foi uma discussão boba. Eu estava com fone de ouvido. Nesse momento, joguei em direção dele e causou um pequeno corte na testa dele. Essas coisas acontecem. Não é verdade que a gente trocou acusações. Não agredi, pois não houve motivo para isso”, esclareceu o capitão.
A notícia foi dada por acjornal.com com base em informações de testemunhas que participavam de um torneio de Poker, em Manuel Urbano. A foto que ilustra a reportagem (veja aqui) foi postada pelo próprio ex-deputado.

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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