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Terceirizados do Acre fazem último apelo para receber R$ 10 milhões. OCA, UPA´s, hospitais e parte da administração do governo pode parar imediatamente

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Nesta segunda-feira, um grupo de empresários terceirizados tentará, pela última vez, receber em torno de R$ 10 milhões devidos pelo Governo do Acre. “Eles não nos recebem”, afirma Fagner Calegário, líder do grupo e representante do sindicato dos empresário ligados ao setor. Um alerta será feito á Casa Civil. “Vamos parar tudo se for preciso. A situação está insustentável”, declarou. Segundo o empresário, esse montante é fruto de repactuações, e existem empresas que não tiveram suas dívidas atualizadas, sendo necessário um estudo para aferir o c rédito a que têm direito. A maior parte do serviço oferecido na OCA é terceirizado e pode paralisar, deixando milhares de cidadãos sem atendimento, caso o governo não sinalize com um acordo. Hospitais e as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), da mesma forma, são tocados por terceirizados, na maioria dos serviços.
“A terceirização é quem não deixa o estado parar. Digamos que o setor é a muleta da gestão pública. ironicamente, esses trabalhadores são massacrados pela opinião pública, com raras exceções, e desmoralizados e desvalorizados por aqueles que deveriam reconhecer sua importância. Nós pedimos respeito a esses servidores e aos empresários. São eles que movimentam essa máquina chamada serviço público. Se não tiver jeito, a gente vai parar, com certeza”, disse Calegário.
Em maio de 2016, o governador Tião Viana sancionou um projeto que, segundo ele, beneficiaria diretamente 15 mil trabalhadores terceirizados no Acre. A declaração d ele á época não se aplica ao temor vivido pelo setor 18 meses depois. Foi a seguinte; “Avançamos no marco regulatório de contratos entre o setor público e privado, trazendo segurança jurídica para as empresas e conselhos fiscalizadores que têm vínculo de proteção dessas atividades, e para os trabalhadores. Nós estamos falando de um alcance social que beneficia até 15 mil trabalhadores no estado”, declarou Tião Viana.

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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