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“Traidores”, diz N. Lima ao deixar o Dem. Vereador deve filiar-se ao PPS

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Não adiantou o DEM espernear. O vereador N. Lima entregou sua carta de desfiliação e não quer saber de conversa com os Democrata, aos quais chama de “traidores”. Disse ele: “eu enviei documento as direções nacional e regional sobre minha intenção de ser deputado federal, aí eles me aparecem com essa agora. Sequer falaram comigo”, reclamou. “O DEM está tão perdido que até me sugeriu para não sair da oposição. Para onde mais eu iria? Eu sou o mais ferrenho defensor de uma candidatura forte para derrubar a frente popular”, disse.
O vereador pode migar para o PPS. Disse que a decisão do DEM e da ala do PSDB do lado do deputado federal Major Rocha podem desarticular o nome mais forte para o governo do Acre pela oposição, que é o Senador Gladson Cameli. Para Lima, agora é hora de a oposição apresentar uma referência. O vereador citou uma lista de políticos que “em véspera de eleição saíram da frente popular, e assim que passaram as eleições voltaram para os braços dos Vianas. Não dá para acreditar nesse povo”, atirou. Na lista de N. Lima estão Fernando Melo e Luiz Tchê.

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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