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Único bilionário do Acre faz 37 anos e ostenta “em família” sem a mãe doente e as irmãs que o acusam de corrupção

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Sem dar nenhuma explicação e em meio a diversas acusações de corrupção, Marcello Moura, atual administrador do Grupo Recol, suspendeu a promoção que levaria quatro casais ao show Cabaré, realizado na noite deste domingo, em Rio Branco. Essa suspensão ocorreu logo após o acjornal.com divulgar com exclusividade as irregularidades dessa campanha, que sequer contava com autorização da Caixa Econômica Federal. O empresário, com isso, não desagradou apenas os seus irmãos, que o acusam de desviar patrimônio familiar, passando a lesar diversos clientes das empresas que acreditaram na promoção.
Em reportagens inéditas, o acjornal.com vem revelando detalhes da maior ação em curso no Judiciário do Acre, em que Marcello Moura é acusado de se aproveitar da confiança das irmãs para desviar para si o patrimônio construído pelo pai, culminando na recente doação de metade das cotas da holding Recol Participações.
Os irmãos não deixaram por menos e ingressaram com mais uma ação para anular essa doação, demonstrando que todo o patrimônio sempre pertenceu ao pai, o empreendedor Roberto Moura. Maiores detalhes desta ação serão divulgados em breve, inclusive as formas como ele vem manipulando sua avó nonagenária, dona Raimunda Alves, costureira, funcionária da extinta Staroup, que passava dificuldades em São Paulo até ser identificada por estranhos à família e trazida para o Acre, onde, mesmo em razão da idade, foi declarada a única bilionária do estado com “total ciência de cada centavo contabilizado como receita e despesa”.
Na ostentação que segue abaixo, não aparecem a viúva do patriarca falecido e três irmãs de Marcello Moura, autoras de uma ação que pede, dentre outras providências, o afastamento dele do controle das empresas. Elas sequer foi convidada para a festança apelidada de momento “em família”.

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“Niver do mano”

Com vergonha da repercussão negativa de sua imagem, Marcello Moura aproveitou o fim de semana para assistir ao show Cabaré em Porto Velho, ao lado das meio-irmãs Renata, Roberta e Raquel, além da madrasta Maria das Neves. A comitiva era tão grande que precisou de um ônibus para levar todos ao local do evento. Foi também em Porto Velho que Marcello Moura comemorou seus 37 anos, ao lado de amigos e sócios como Rodrigo Pires (agência de publicidade PWS), Sidnei Barcellos (Boate BR 55) e Lucas Costa (Dom Bigode). Chamou atenção a falta de sua mãe, Nilda Esteves, que retornou recentemente de São Paulo, onde faz tratamento contra um câncer. Segundo o acjornal apurou, esse tratamento vem sendo pago com recursos oriundos do Grupo Recol, já que o empresário teria alegado falta de recursos próprios. Por outro lado, parece não estar faltado dinheiro para as festas de aniversário da família…como se vê na ostentação sem limites.
Aliás a recente proximidade de Marcello com suas meio-irmãs, demonstrada publicamente nas redes sociais, parece tão grande que nenhuma delas sabia exatamente quantos anos ele estava realmente comemorando. Uma diz 35. Outra, 40). Mas… se a festa era dele, os presentes foram delas, já que Marcello vem comprando o apoio delas com carros novinhos, casas e até o cargo de âncora na apresentação do jornal na TV Gazeta. Tudo, claro, com o dinheiro do próprio Grupo Recol….
Como será que os juízes do estado reagirão a todas essas injustiças? Estamos no aguardo…

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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