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URGENTE: Tião Viana dá 60 minutos para liberar Deracre e ameaça trazer empresas de fora e cancelar todos os contratos com caçambeiros. “Ele não é dono do Acre. Ele não é o Papa”, reagem trabalhadores

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Uma ligação do diretor do Deracre, Cristovam Pontes, para o presidente do Sintraba, Júlio Caçambeiro, parecia ser o anúncio de paz e, ao menos, a demonstração de boa vontade do governo em pagar a dívida de R$ 8 milhões com a categoria. Mas não foi. Veio a ameaça, num tom duro e arrogante: ” estou falando em nome do governador. Ele deu 60 minutos para vocês retirarem todas as máquinas da frente do Deracre e liberar o trânsito. Do contrário, todos os contratos serão cancelados com os caminhoneiros e com as respectivas cooperativas, e o governo vai trazer empresas de outros estados para realizar as obras que vocês pararam”.
O presidente do Sintraba, que lidera o movimento em defesa do direito de receber pelos serviços prestados há dois anos e oito meses, disse que a categoria não negocia sob ameaça, e deixou claro que, diante da decisão inconsequente do governador, já orientou os trabalhadores a deslocar as máquinas para fechar a BR 364 e as duas pontes centrais sobre o Rio Acre, na capital. “Ele (o governador) não é o Papa. Ele não é dono do Acre. Ele tem que pagar o que nos deve. Não faz sentido fazer de conta que está tudo bem. Ao invés de tratar o assunto com sensatez, encaminhando uma proposta de pagamento, ele preferiu a ameaça, achando que pode tudo e ficará por isso mesmo. Nós não somos moleques. Somos trabalhadores da terra e exigimos mais respeito”, disse o sindicalista, que pedirá ajuda aos senadores Gladson Cameli, Jorge Viana e Sérgio Petecão.

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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