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Vice de Gladson Cameli começou a derrocada do PT no Brasil, que pode findar na prisão de Lula

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O candidato a vice governador do Acre na chapa encabeçada pelo senador Gladson Cameli terá argumentos contundentes em suas andanças pelos 22 municípios, na pré campanha e no decorrer do embate frontal contra o PT: o deputado federal Major Rocha, presidente da Executiva Estadual do  PSDB, terá uma poderosa estratégia de marketing focada no argumento de que ele foi autor da denúncia que, após apurada, causou a condenação de Lula em duas instâncias, ajudou na derrocada do Partido dos Trabalhadores em 26 unidades da federação – missão a ser cumprida também no Acre, único reduto em pé dos vermelhos. E mais: o tucano será guinado ao foco da briga majoritária em razão da provável prisão do ex-presidente, o que deve ocorrer até o fim de abril.
Tanto mistério foi motivo de discórdia. Alheios aos falsos pensadores, em especial nas redes sociais, Gladson e Rocha tomaram rumos diferentes na manhã desta quinta: um foi apalavrar o acordo com o DEM, e dessa aliança ficam tucanos e democratas numa chapa exclusiva para eleger deputados estaduais. Na corrida para federal, vingará o “chapão da morte”, em que prevalecerá a máxima “quem for fraco que se quebre”. O senador tratou de reunir os chamados nanicos da oposição. São sete legendas que haviam ensaiado um racha caso Rocha fosse mantido como vice. PPS, PP, PSC, PMN e outros queriam o médico Eduardo Velloso. Enfim, após o encontro, ficou acertado que, da parte dos pequenos partidos, não haverá objeções a Rocha, pois eles não querem ser os culpados caso a oposição perca mais essa guerra.
Rocha é visto como o orador que “melhor atira”, dentre todos os que concorreram à vaga de vice. Pensando além do anúncio oficial que será feito logo mais, em ato político muito prestigiado, em Rio Branco, um dos quadros mais calejados da oposição sugere um mote de campanha que nem os tarimbados marqueteiros supuseram: “você imagine o Rocha nas periferias desse estado dizendo que ajudou a prender o Lula e, se eleito vice-governador, ajudará o Gladson a botar os Viana na cadeira. Isso é forte”, pontuou a fonte ouvida pelo acjornal.
Rocha aponta a Operação Lava-Jato como condutor de uma verdadeira assepsia na vida pública. E, lá atrás, quando Lula ainda nem era réu, arriscou dizer que “a verdadeira limpeza deverá ser feita pelo eleitor por intermédio do voto ao não eleger ladrões, corruptos ou envolvidos em falcatruas e investigados”.
Sem ofuscar o senador do PP, que tem sido unanimidade até dos adversários e único nome capaz de desbancar os Viana após de 20 anos de reino absoluto, a estratégia da campanha, com Rocha na vice, é garantir bons embates com o pedetista Emylson Farias, ainda secretário de Segurança Pública e virtual vice de Marcus Alexandre. A criminalidade no Acre, apontado como um dos mais violentos da atualidade, pautará a peleja, além, claro, da Saúde caótica, a infraestrutura urbana decadente e a superfaturada obra de quase R$ 2 bilhões da BR-364.

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Com 75% das escolas fechadas devido à greve, prefeito de Rio Branco recua e propõe pagar piso em duas parcelas

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O impasse entre a Prefeitura de Rio Branco e os servidores da rede pública de Educação continua e cerca de 75% das escolas seguem sem aulas na capital por conta da greve. Nesta terça-feira (29), o prefeito Tião Bocalom afirmou que recuou e que vai pagar o piso aos professores em duas parcelas ainda este ano.
Esta era uma das pautas dos trabalhadores, mas, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, a proposta ainda não foi formalizada e entregue ao sindicato e, pelo que foi divulgado, ela não contempla o que a categoria tem pedido. Por isso, a greve está mantida.
Os servidores municipais de Educação estão em greve desde o dia 24 do mês passado. Desde então, a categoria tem feito vários protestos pela cidade, inclusive junto com servidores da Educação estadual, que também estão com as atividades paralisadas.
A categoria pede:
– Reformulação de Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR);
– Piso nas carreiras aos professores, com 50% de diferença do nível médio para superior;
– Piso de uma única parcela aos professores;
– Piso dos funcionários de escolas que é de R$ 1.400, a proposta do Sinteac é de R$ 1.956;
– E se coloca contra a proposta da prefeitura de aumentar tempo de serviço para progressão salarial;
– Convocação efetiva do concurso de 2018.
A categoria voltou a protestar nesta terça em frente à Câmara de Vereadores de Rio Branco.
“A categoria disse que aceitaria o pagamento do piso em até duas parcelas. Além disso, que fosse avançada a pauta dos funcionários de escola, com piso de R$ 1,7 mil e R$ 1,8 mil. Aí, o prefeito está avançando com professores, mas não avançou com funcionários de apoio. Nós construímos algo com a categoria, que só vai sair da greve, avançando tanto na proposta dos professores como dos funcionários. Nós já abrimos mão demais”, disse Rosana.
Fonte: G1 Acre

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