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Tesla anuncia recall de 1,1 milhão de carros nos EUA

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Agência de trânsito americana afirma que as janelas possuem “força excessiva”
Bruno Gall De Blasi

Agência de trânsito americana afirma que as janelas possuem “força excessiva”

A empresa de carros do bilionário Elon Musk Tesla irá realizar um recall de quase 1,1 milhões de veículos de quatro diferentes modelos nos Estados Unidos. A correção das falhas no sistema das janelas dos veículos será corrigida via uma atualização no sistema para que não haja uma demora para os proprietários.

De acordo com um documento divulgado nesta quinta-feira (22) pela Agência Nacional de Segurança no Trânsito Rodoviário dos EUA, as janelas elétricas dos carros se fecham muito rapidamente, e podem ferir os passageiros. 

O documento afirma que o sistema reverso de janelas não consegue  reagir com rapidez suficiente quando detecta um objeto. O vidro pode acabar se fechando com força excessiva, podendo ferir os motoristas e passageiros do carro. O texto também afirma que há “variações maiores que o esperado”.

Os veículos que serão recall são do Modelo S, X, 3 e Y fabricados de 2017 a 2022. A Tesla afirmou não estar ciente de nenhuma morte ou lesão causada por problemas nas janelas dos modelos citados. 

A empresa passou por outros recalls em 2022. Em abril deste ano, a companhia recolheu cerca de 600.000 veículos devido a preocupações com os sons do sistema de alerta de pedestres. Já em maio, foram aproximadamente 130 mil veículos recolhidos por conta de problemas com as unidades de processamento central dos veículos.

A empresa diz que irá notificar os proprietários dos carros a partir do dia 15 de novembro, porém os clientes que desejarem socilitar o recall mais cedo podem entrar em contato com a montadora. Após a notícia, as ações da empresa registraram queda de 2,91% nas bolsas de Nova York.

Fonte: IG TECNOLOGIA

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Grupo hacker usa logotipo antigo do Windows para esconder malware

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Logotipo é usado para disseminar malware
Reprodução/Microsoft

Logotipo é usado para disseminar malware

Os membros do Witchetty ocultaram um cavalo de troia dentro de um antigo logotipo do Windows. Como? Por meio de esteganografia.

A ideia é sofisticada, mas não desconhecida. A esteganografia é uma técnica que esconde informações dentro de uma imagem, vídeo ou outro tipo de arquivo. Frequentemente, essa “arte” é usada para dificultar o rastreamento da mensagem a ser enviada.

É o caso aqui. A Symantec relata que o Witchetty inseriu um cavalo de troia (backdoor) em uma imagem bitmap do logotipo que a Microsoft usava no Windows 7. O malware foi ocultado ali por meio de um algoritmo de criptografia XOR, que segue princípios específicos da lógica booleana.

Imagens não costumam levantar suspeitas em sistemas de segurança, a não ser que elas sejam malwares renomeados para formatos do tipo. É por isso que o truque da esteganografia pode funcionar. Há um código malicioso escondido ali, mas a imagem não deixa de ser verdadeira.

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Começa com vulnerabilidades

No entanto, o ataque não começa com a imagem em si. Na verdade, os hackers exploram pelo menos dois conjuntos de falhas conhecidas no Microsoft Exchange — ProxyLogon e ProxyShell — para invadir servidores vulneráveis.

A ação é executada por dois backdoors: o X4 no primeiro estágio; o Looback no segundo. Este último tem um carregador de DLL que se encarrega de baixar a imagem de um repositório no GitHub, que é um hospedeiro confiável.

Pode haver outras fontes tão ou mais confiáveis. Isso porque, como o malware está oculto em um bitmap real, esses serviços não conseguem detectá-lo, pelo menos não facilmente.

Depois de o arquivo ser baixado, a extração do Backdoor.Stegmap, como o malware é chamado, ocorre a partir de uma decodificação feita com uma chave XOR. Na sequência, a ameaça pode executar uma série de ações. Copiar ou apagar arquivos, iniciar processos e baixar outras cargas maliciosas estão entre elas.

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Depois vem a espionagem

Os procedimentos a serem executados dependem do alvo e do objetivo. De acordo com a Symantec, o Witchetty (também conhecido como LookingFrog) realiza espionagem. Neste ano, o grupo teria executado ações contra governos de dois países do Oriente Médio e uma bolsa de valores na África, só para dar exemplos recentes.

Existe a suspeita de que o Witchetty tenha ligação com o grupo hacker APT10 que, por sua vez, teria ligações com o governo chinês.

Detectar uma carga maliciosa escondida via esteganografia é difícil, mas a ação maliciosa pode ser bloqueada por meio de sistemas de verificação de intrusos, por exemplo.

Mas a prevenção continua sendo o melhor remédio. Medidas simples podem ser suficientes, como instalar atualizações de software. Para se ter ideia, as mencionadas vulnerabilidades no Exchange foram corrigidas no ano passado pela Microsoft.


Fonte: IG TECNOLOGIA

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