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Acre mostra força ao eleger parlamentar do estado como secretário geral da UNALE

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O Acre soube explorar bem a vantagem de contar com a maior delegação de deputados na Conferência do UNALE, e vai ocupar na nova diretoria, um dos cargos mais importantes. Na Assembléia extraordinária realizada na última quinta-feira (25), o deputado Luiz Tchê foi eleito secretário geral da nova diretoria, que terá o sul mato-grossense Lídio Lopes como presidente.
A eleição aconteceu de forma consensual, sem chapa concorrente, uma mostra de que não há racha interno na entidade.
“Estou muito feliz por voltar a integrar a diretoria executiva dessa entidade que faz parte da minha vida parlamentar. Temos pela frente um desafio enorme, que é dar rumos ao parlamento nesse período quase pós pandemia. Agradeço aos meus colegas do Acre que sustentaram nosso nome para o cargo”, disse Luiz Tchê que já presidiu a UNALE por dois mandatos.
Presidente da ALEAC parabeniza
O presidente da Assembléia Legislativa, deputado Nicolau Júnior, que esteve à frente do comitiva acreana composta por treze parlamentares, enalteceu a eleição de Tchê e disse que a presença do Acre na diretoria executiva ratifica a força e prestígio dentro da entidade.
“Estamos voltando pra casa com um deputado do nosso Estado eleito para um dos cargos mais importantes dentro da UNALE. Estou muito orgulhoso dessa conquista que vai reconduzir o Acre para o cenário nacional entre as Assembléias do país. Desejo uma excelente gestão ao Tchê e ao novo presidente Lídio Lopes. Parabenizo também a participação dos meus colegas acreanos que enriqueceram os debates travados aqui”, disse Nicolau.

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Servidores da Educação e Saúde do AC mantém greve após aprovação de reajuste e auxílio alimentação

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Servidores da Educação e Saúde do estado decidiram manter a paralisação das atividades e atendimentos após aprovação dos reajustes salariais e auxílio alimentação pelos deputados na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). As categorias se reúnem na próxima semana para discutir os próximos passos da greve.
A greve da Educação começou no dia 16 de fevereiro. O motivo é a paralisação dos servidores da pasta por melhorias salariais, concurso público e outras reivindicações. Por conta da paralisação, o início das aulas foram adiadas do dia 4 de abril para o dia 11.
“Vamos fazer a assembleia na segunda-feira [4] às 9h no Centro. Não era o que queríamos, queremos manter nossa estrutura de carreira, os percentuais entre os níveis, manter os percentuais entre nossas referências e, infelizmente, nos tiraram tudo. Vamos apresentar e discutir como ficou o projeto”, afirmou a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento.
Os sindicatos dos Trabalhadores em Saúde do Acre (Sintesac) e dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) também se posicionaram a favor da paralisação. Para o Sindmed-AC, a reposição de 5,42% é ofensiva e o governo descumpriu o acordo.
“O descumprimento do acordo representou uma grande decepção para a categoria, uma ofensa, pois já havia concordância, por meio de negociação fechada, em junho do ano passado, que existiria a reposição inflacionária dos dois últimos anos”, pontuou o vice-presidente do sindicato, Rodrigo Prado.
O presidente do Sintesac, Adailton Cruz, disse que a categoria se reúne na próxima terça-feira (5) em uma assembleia geral para discutir se continua ou não com o movimento. “O reajuste aprovado não é o que o governo se comprometeu, não é nem a metade do que foi acordado. Os trabalhadores estão muito decepcionado”, revelou.
Com informações G1 Acre

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