manchete

Administrador dos cemitérios de Rio Branco ataca honra do governador e será processado

Published

on

Cabo eleitoral notório, mas sem muitos votos.
Ele foi candidato a vereador nas eleições de 2020 e teve míseros 390 votos.
José Marcos de Souza Mesquita, conhecido como Marcos Coveiro, é chefe de Serviços Cemiteriais e Funerários da Secretaria Municipal de Zeladoria, mas seu principal expediente é outro: age como se fora miliciano digital nos grupos de  WhatsApp.
E o alvo de Coveiro é sempre a gestão do Estado e a honra do governador Gladson Cameli. Coveiro, aliás, se apresenta nos grupos com o nome de “Petecão Governador”.
O governador nunca revidou os ataques, mas há um entendimento de sua assessoria de que chegou a hora de levar a questão à justiça com pedido de reparação nas esferas cível e criminal.
As milícias digitais são fortemente combatida pela justiça brasileira e são nas ações judiciais que essa turma costuma responder.
No caso de Coveiro, a via judicial foi o caminho encontrado por conta dos ataques constantes e com viés claramente político diante da proximidade das eleições.
Cameli tem dito que jamais deixará de ouvir a crítica construtiva, mas não aceitará a ofensa à honra, seja a sua, seja a de sua família.
Coveiro, despreparado intelectualmente, há muito tempo deixou a crítica fundamentada, passando a disseminar puro ódio.
Vale dizer que são ataques diários em horário de trabalho, quando o servidor público deveria estar cuidando de seu ofício.
A considerar o silêncio, a assessoria direta do prefeito parece gostar disso, muito embora não seja da índole do prefeito Bocalom aprovar gestos tão desprezíveis.
 

Leia Também:  Pai e filho falsificavam prontuários públicos e vendiam kit Covid a R$ 43,00 em Rio Branco

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

manchete

Servidores da Educação e Saúde do AC mantém greve após aprovação de reajuste e auxílio alimentação

Published

on

Servidores da Educação e Saúde do estado decidiram manter a paralisação das atividades e atendimentos após aprovação dos reajustes salariais e auxílio alimentação pelos deputados na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). As categorias se reúnem na próxima semana para discutir os próximos passos da greve.
A greve da Educação começou no dia 16 de fevereiro. O motivo é a paralisação dos servidores da pasta por melhorias salariais, concurso público e outras reivindicações. Por conta da paralisação, o início das aulas foram adiadas do dia 4 de abril para o dia 11.
“Vamos fazer a assembleia na segunda-feira [4] às 9h no Centro. Não era o que queríamos, queremos manter nossa estrutura de carreira, os percentuais entre os níveis, manter os percentuais entre nossas referências e, infelizmente, nos tiraram tudo. Vamos apresentar e discutir como ficou o projeto”, afirmou a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento.
Os sindicatos dos Trabalhadores em Saúde do Acre (Sintesac) e dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) também se posicionaram a favor da paralisação. Para o Sindmed-AC, a reposição de 5,42% é ofensiva e o governo descumpriu o acordo.
“O descumprimento do acordo representou uma grande decepção para a categoria, uma ofensa, pois já havia concordância, por meio de negociação fechada, em junho do ano passado, que existiria a reposição inflacionária dos dois últimos anos”, pontuou o vice-presidente do sindicato, Rodrigo Prado.
O presidente do Sintesac, Adailton Cruz, disse que a categoria se reúne na próxima terça-feira (5) em uma assembleia geral para discutir se continua ou não com o movimento. “O reajuste aprovado não é o que o governo se comprometeu, não é nem a metade do que foi acordado. Os trabalhadores estão muito decepcionado”, revelou.
Com informações G1 Acre

Leia Também:  R$ 1,1 milhão em vacinas que não existem: a investida do reverendo e como a Associação dos Municípios do Acre descobriu o golpe

COMENTE ABAIXO:
Continue Reading

RIO BRANCO

POLÍTICA

POLÍCIA

ACRE AGORA

MAIS LIDAS DA SEMANA

Botão WhatsApp - Canal TI
Botão WhatsApp - Canal TI