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Artigo: ex-deputado acreano escreve sobre aliados fiéis e oportunistas nos governo Tião e Gladson

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Uma voz corajosa
Por Moisés Diniz
Lembro como se fosse hoje: Tião Viana (PT) ficou praticamente sozinho, defendendo a inocência dos envolvidos na Operação G7.
Políticos com mandatos (detentores de cargos no governo), ficaram quase todos calados, achando que Tião Viana estava defendendo o indefensável.
Deputados federais, estaduais e senadores, prefeitos e vereadores aliados, parecia que tinham todos tirado férias ou estavam pescando em igarapés aonde não pegava celular.
Depois de muita pressão, alguns se posicionaram. Até “amigos de umbigo” fizeram cara de paisagem. Acredito que foi um silêncio angustiante para o governante.
O mais trágico é que, depois que a Justiça inocentou os acusados, os mesmos políticos que ficaram calados, escondidos, correram todos aos pés de Tiao Viana, para suplicar seu apoio pra serem senadores, deputados federais e estaduais.
Houve partidos que chegaram a se reunir pra discutir rompimento com o Palácio Rio Branco e, um ano depois, estavam todos juntos, e Tiao Viana se reelegia governador.
Tem horas que a gente olha o presente e parece estar vendo o passado com outras lentes: cada um enxerga como quer. Mas, o povo vai olhando, ouvindo e percebendo quem é oportunista, quem é leal e quem é o que não dá pra publicar.
Esse é um texto sincero (sem julgamento do mérito) de reconhecimento à coragem de um ex-governador que (mesmo tendo divergências entre nós) não posso deixar de registrar o meu respeito a quem teve coragem, pra enfrentar e conduzir uma grande crise: Tião Viana.
Hoje, somos adversários políticos, mas, nunca vai faltar o respeito e a cordialidade entre nós.
Por isso, mantenho minha posição de solidariedade a Gladson Cameli, que lhe seja garantido o direito à presunção de inocência e à ampla defesa e respeitemos o andamento dos trâmites judiciais.
Foi assim que me comportei, como deputado, em relação à Operação G7.

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Servidores da Educação e Saúde do AC mantém greve após aprovação de reajuste e auxílio alimentação

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Servidores da Educação e Saúde do estado decidiram manter a paralisação das atividades e atendimentos após aprovação dos reajustes salariais e auxílio alimentação pelos deputados na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). As categorias se reúnem na próxima semana para discutir os próximos passos da greve.
A greve da Educação começou no dia 16 de fevereiro. O motivo é a paralisação dos servidores da pasta por melhorias salariais, concurso público e outras reivindicações. Por conta da paralisação, o início das aulas foram adiadas do dia 4 de abril para o dia 11.
“Vamos fazer a assembleia na segunda-feira [4] às 9h no Centro. Não era o que queríamos, queremos manter nossa estrutura de carreira, os percentuais entre os níveis, manter os percentuais entre nossas referências e, infelizmente, nos tiraram tudo. Vamos apresentar e discutir como ficou o projeto”, afirmou a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento.
Os sindicatos dos Trabalhadores em Saúde do Acre (Sintesac) e dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) também se posicionaram a favor da paralisação. Para o Sindmed-AC, a reposição de 5,42% é ofensiva e o governo descumpriu o acordo.
“O descumprimento do acordo representou uma grande decepção para a categoria, uma ofensa, pois já havia concordância, por meio de negociação fechada, em junho do ano passado, que existiria a reposição inflacionária dos dois últimos anos”, pontuou o vice-presidente do sindicato, Rodrigo Prado.
O presidente do Sintesac, Adailton Cruz, disse que a categoria se reúne na próxima terça-feira (5) em uma assembleia geral para discutir se continua ou não com o movimento. “O reajuste aprovado não é o que o governo se comprometeu, não é nem a metade do que foi acordado. Os trabalhadores estão muito decepcionado”, revelou.
Com informações G1 Acre

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