manchete

Associação repudia declaração de sindicalista, que diz ter mais medo de policial penal do que de presos

Published

on

O presidente da Associação dos Servidores do Sistema Penitenciário do Acre (Asspen), Eder Azevedo, emitiu nota em que repudia as declarações da presidente do Sindicato dos Servidores Administrativos do Iapen (Sindsai), Cátia Nascimento, na manhã desta quarta-feira (10), no plenário da ALEAC.
Cátia disse ter mais medo de policiais penais do que propriamente de presidiários. A afirmação foi feita em encontro com deputados estaduais para tratar demandas da categoria.
Em nota, a Asspen considerada “desonrosa e a tentativa da sindicalista de criminalizar a Polícia Penal do Acre”.
Leia:
Cabe reafirmar que a Polícia Penal e os Servidores Administrativos formam, no curso da execução penal, o mecanismo necessário para a manutenção da Justiça e, sobretudo, para a ressocialização do apeando. Não havendo, portanto, nenhum desequilíbrio nesta relação.
Ao contrário do que se tenta demonstrar de forma ofensiva e até criminosa pela presidente do Sindsai, os policiais penais e os servidores administrativos do Iapen, no exercício de suas funções, presam pelo respeito e pelo espírito de colaboração.
Por fim, a Associação acredita que as afirmações irresponsáveis feitas pela Sra. Cátia Nascimento não representam o pensamento coletivo da categoria que ela diz supostamente representar, ao passo que tomará as medidas cabíveis e necessárias para a devida reparação dos danos causados à imagem doa policiais penais do Acre.
Eden Alves Azevedo
Presidente da Asspen

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Sena Madureira já tem 26 policiais penais e dois presos infectados por covid
Advertisement

manchete

Servidores da Educação e Saúde do AC mantém greve após aprovação de reajuste e auxílio alimentação

Published

on

Servidores da Educação e Saúde do estado decidiram manter a paralisação das atividades e atendimentos após aprovação dos reajustes salariais e auxílio alimentação pelos deputados na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). As categorias se reúnem na próxima semana para discutir os próximos passos da greve.
A greve da Educação começou no dia 16 de fevereiro. O motivo é a paralisação dos servidores da pasta por melhorias salariais, concurso público e outras reivindicações. Por conta da paralisação, o início das aulas foram adiadas do dia 4 de abril para o dia 11.
“Vamos fazer a assembleia na segunda-feira [4] às 9h no Centro. Não era o que queríamos, queremos manter nossa estrutura de carreira, os percentuais entre os níveis, manter os percentuais entre nossas referências e, infelizmente, nos tiraram tudo. Vamos apresentar e discutir como ficou o projeto”, afirmou a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento.
Os sindicatos dos Trabalhadores em Saúde do Acre (Sintesac) e dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) também se posicionaram a favor da paralisação. Para o Sindmed-AC, a reposição de 5,42% é ofensiva e o governo descumpriu o acordo.
“O descumprimento do acordo representou uma grande decepção para a categoria, uma ofensa, pois já havia concordância, por meio de negociação fechada, em junho do ano passado, que existiria a reposição inflacionária dos dois últimos anos”, pontuou o vice-presidente do sindicato, Rodrigo Prado.
O presidente do Sintesac, Adailton Cruz, disse que a categoria se reúne na próxima terça-feira (5) em uma assembleia geral para discutir se continua ou não com o movimento. “O reajuste aprovado não é o que o governo se comprometeu, não é nem a metade do que foi acordado. Os trabalhadores estão muito decepcionado”, revelou.
Com informações G1 Acre

Leia Também:  IRPF 2022: A cinco dias do fim prazo, veja como fazer a declaração

COMENTE ABAIXO:
Continue Reading

RIO BRANCO

POLÍTICA

POLÍCIA

ACRE AGORA

MAIS LIDAS DA SEMANA

Botão WhatsApp - Canal TI
Botão WhatsApp - Canal TI