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Caso Johnliane: Alan escapa da acusação de racha e omissão de socorro e Ícaro será julgado por homicídio

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Em uma única decisão a Câmara Criminal negou recursos apresentados pela defesa de Ícaro Pinto e pelo Ministério Público Estadual. Preso por envolvimento na morte da jovem Johnliane Paiva, Ícaro José Pinto ingressou com um recurso pedindo a nulidade do processo, alegando cerceamento da defesa e ainda a nulidade da pronuncia, além da desclassificação de homicídio para homicídio culposo na direção de veículo automotor, que tem uma pena bem mais branda.
Mas o recurso em sentido estrito foi indeferido pelos desembargadores por unanimidade.
Já o Ministério Público Estadual recorreu contra a sentença de pronuncia. Para o promotor Efraín Enrique Mendonça os réus Ícaro Pinto e Alãn Araújo devem responder também por outros crimes.
No caso do condutor da BMW, por deixar de prestar socorro à vítima (artigo 305), pela pratica de racha (308) e ainda por colocar a vida de outras pessoas em risco (artigo 132).
Em relação a Alãn Araújo o representante do MP recorreu para que o réu responda também pela pratica de racha, deixar de prestar socorro à vítima, afastar-se do local para do crime para fugir da culpa, além de colocar a vida de terceiros em risco, já que tinha passageiro no carro no momento do racha.
Mas a apelação criminal também foi negada pelos magistrados.
O Juiz da 2ª Vara do Tribunal do Júri Alesson Braz, pronunciou Ícaro José da Silva Pinto para ir júri popular pelos crimes de homicídio e pelos artigos 304 (afastar-se do local do crime para fugir da culpa) e 306 (dirigir sob influência de álcool) ambos do Código Penal Brasileiro.
Enquanto, Alãn Araújo foi pronunciado pelo assassinato da jovem Johnliane Paiva.
Os dois réus permanecem presos em uma cela do Comando de Operações Especiais da Polícia Militar (BOPE).

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Servidores da Educação e Saúde do AC mantém greve após aprovação de reajuste e auxílio alimentação

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Servidores da Educação e Saúde do estado decidiram manter a paralisação das atividades e atendimentos após aprovação dos reajustes salariais e auxílio alimentação pelos deputados na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). As categorias se reúnem na próxima semana para discutir os próximos passos da greve.
A greve da Educação começou no dia 16 de fevereiro. O motivo é a paralisação dos servidores da pasta por melhorias salariais, concurso público e outras reivindicações. Por conta da paralisação, o início das aulas foram adiadas do dia 4 de abril para o dia 11.
“Vamos fazer a assembleia na segunda-feira [4] às 9h no Centro. Não era o que queríamos, queremos manter nossa estrutura de carreira, os percentuais entre os níveis, manter os percentuais entre nossas referências e, infelizmente, nos tiraram tudo. Vamos apresentar e discutir como ficou o projeto”, afirmou a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento.
Os sindicatos dos Trabalhadores em Saúde do Acre (Sintesac) e dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) também se posicionaram a favor da paralisação. Para o Sindmed-AC, a reposição de 5,42% é ofensiva e o governo descumpriu o acordo.
“O descumprimento do acordo representou uma grande decepção para a categoria, uma ofensa, pois já havia concordância, por meio de negociação fechada, em junho do ano passado, que existiria a reposição inflacionária dos dois últimos anos”, pontuou o vice-presidente do sindicato, Rodrigo Prado.
O presidente do Sintesac, Adailton Cruz, disse que a categoria se reúne na próxima terça-feira (5) em uma assembleia geral para discutir se continua ou não com o movimento. “O reajuste aprovado não é o que o governo se comprometeu, não é nem a metade do que foi acordado. Os trabalhadores estão muito decepcionado”, revelou.
Com informações G1 Acre

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