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Diretor da Zeladoria entrega o cargo e faz agradecimento público a Bocalom

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Um dos quadros mais qualificados da gestão Tião Bocalom entregou o cargo nesta segunda-feira. O servidor efetivo Marcos Vitorino, que tornou pública a decisão, um dos homens da linha de frente durante a campanha de Tião Bocalom; é considerado organizado e metódico, de personalidade forte e averso à exposição pública, coleciona graduações e diversas pós-graduações. Filho do ex-prefeito Odilon Vitorino e irmão da ex-prefeita Marilete Vitorino, ambos ex-prefeitos de Tarauacá, exercia cargo de alta confiança na Zeladoria de Rio Branco.
Em sua carta, o diretor agradeceu ao Prefeito Tião Bocalom pela oportunidade de conduzir umas das pastas mais importantes e sensíveis da estrutura organizacional durante os nove primeiros meses de gestão, e disse sentir-se orgulhoso e com sentimento de dever cumprido.
As razões para entrega do cargo, segundo o diretor, é porque pretende dedicar-se aos estudos. Disse que a “Zeladoria é uma secretaria especial, constituída de pessoas humildes, trabalhadoras, que merecem dedicação exclusiva e integral”.
Leia a Carta abaixo:
Prezados amigos de Rio Branco, agradeço imensamente à Deus pela oportunidade em contribuir para a limpeza pública de nossa querida cidade.
Gratidão também ao Prefeito Tião Bocalom pela amizade, confiança e a oportunidade de colaborar e adquirir essa elevada experiência em uma das pastas mais sensíveis do município. Sinto-me prestigiado pela honra de experimentar os desafios e inquietações diárias  pelas quais passamos nesses nove meses de gestão.
Sempre conduzo-me ciente que a política é efêmera, por isso nunca me iludi com cargos ou poder. Dediquei-me imensamente ao exercício da função. Sacrificamos feriados, sábados, domingos, madrugadas, em prol desse lindo projeto Produzir Para Empregar, idealizado pelo nosso querido Bocalom. Minha monta de contribuição será lembrada pela História. Saio do cargo de Diretor de Gestão com o sentimento de dever cumprido, durante minha “estada”. Pretendo dedicar-me aos estudos, o que é inconciliável com o exercício do atual cargo que ocupo, uma vez que a Zeladoria é uma secretaria especial, constituída de pessoas humildes, trabalhadoras, que merecem dedicação exclusiva e integral.
Construí muitas amizades nesse período de nove meses, deixo meu abraço amigo, desejando sucesso à gestão.
Me disperso com gratidão, que Deus abençoe todos vocês.
Rio Branco – Acre, 20 de setembro de 2021.

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Servidores da Educação e Saúde do AC mantém greve após aprovação de reajuste e auxílio alimentação

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Servidores da Educação e Saúde do estado decidiram manter a paralisação das atividades e atendimentos após aprovação dos reajustes salariais e auxílio alimentação pelos deputados na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). As categorias se reúnem na próxima semana para discutir os próximos passos da greve.
A greve da Educação começou no dia 16 de fevereiro. O motivo é a paralisação dos servidores da pasta por melhorias salariais, concurso público e outras reivindicações. Por conta da paralisação, o início das aulas foram adiadas do dia 4 de abril para o dia 11.
“Vamos fazer a assembleia na segunda-feira [4] às 9h no Centro. Não era o que queríamos, queremos manter nossa estrutura de carreira, os percentuais entre os níveis, manter os percentuais entre nossas referências e, infelizmente, nos tiraram tudo. Vamos apresentar e discutir como ficou o projeto”, afirmou a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento.
Os sindicatos dos Trabalhadores em Saúde do Acre (Sintesac) e dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) também se posicionaram a favor da paralisação. Para o Sindmed-AC, a reposição de 5,42% é ofensiva e o governo descumpriu o acordo.
“O descumprimento do acordo representou uma grande decepção para a categoria, uma ofensa, pois já havia concordância, por meio de negociação fechada, em junho do ano passado, que existiria a reposição inflacionária dos dois últimos anos”, pontuou o vice-presidente do sindicato, Rodrigo Prado.
O presidente do Sintesac, Adailton Cruz, disse que a categoria se reúne na próxima terça-feira (5) em uma assembleia geral para discutir se continua ou não com o movimento. “O reajuste aprovado não é o que o governo se comprometeu, não é nem a metade do que foi acordado. Os trabalhadores estão muito decepcionado”, revelou.
Com informações G1 Acre

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