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Dólar nas alturas: bolivianos fecham fronteira contra aumento no preço da carne importada do Acre

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A ponte sobre o igarapé Bahia, em Epitaciolandia, e a ponte Ilson Pinheiro, na cidade de Basiléia, interior do Acre, amanheceram a quarta-feira fechadas por manifestantes bolivianos que protestam contra o aumento no preço da carne bovina vendida ao país vizinho.
A população da cidade de Cobija, capital do Departamento de Pando, utilizou pedaços de madeira, veículos e uma espécie de cordão humano para impedir o fluxo de pessoas e carros nas duas pontes que ligam Brasil e Bolívia naquela região do Estado do Acre.
Brasileiros que trabalham ou estudam do outro lado da fronteira não puderam atravessar. Os que já estavam do lado de lá também ficaram impedidos de voltar para casa.
Muitas pessoas que iam fazer compras no comércio de importados de Cobija estão retidas na cabeceira das duas pontes à espera de uma solução para o problema.
Cerca de 80% da carne consumida no Estado de Pando é comprada do Acre e os consumidores bolivianos alegarem exploração comercial no valor do produto repassado aos açougues locais.
No entanto, o valor da carne vendida para os bolivianos atende uma tabela de preços praticada também do lado de cá, onde a reclamação da população é geral devido aos sucessivos aumentos nos últimos meses sob alegação do custo da arroba comercializado em dólar no mercado internacional.
Até o momento da publicação dessa reportagem, as duas pontes permaneciam fechadas sem previsão de liberação devido a ausência de autoridades para negociarem com os manifestantes.
 

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Servidores da Educação e Saúde do AC mantém greve após aprovação de reajuste e auxílio alimentação

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Servidores da Educação e Saúde do estado decidiram manter a paralisação das atividades e atendimentos após aprovação dos reajustes salariais e auxílio alimentação pelos deputados na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). As categorias se reúnem na próxima semana para discutir os próximos passos da greve.
A greve da Educação começou no dia 16 de fevereiro. O motivo é a paralisação dos servidores da pasta por melhorias salariais, concurso público e outras reivindicações. Por conta da paralisação, o início das aulas foram adiadas do dia 4 de abril para o dia 11.
“Vamos fazer a assembleia na segunda-feira [4] às 9h no Centro. Não era o que queríamos, queremos manter nossa estrutura de carreira, os percentuais entre os níveis, manter os percentuais entre nossas referências e, infelizmente, nos tiraram tudo. Vamos apresentar e discutir como ficou o projeto”, afirmou a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento.
Os sindicatos dos Trabalhadores em Saúde do Acre (Sintesac) e dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) também se posicionaram a favor da paralisação. Para o Sindmed-AC, a reposição de 5,42% é ofensiva e o governo descumpriu o acordo.
“O descumprimento do acordo representou uma grande decepção para a categoria, uma ofensa, pois já havia concordância, por meio de negociação fechada, em junho do ano passado, que existiria a reposição inflacionária dos dois últimos anos”, pontuou o vice-presidente do sindicato, Rodrigo Prado.
O presidente do Sintesac, Adailton Cruz, disse que a categoria se reúne na próxima terça-feira (5) em uma assembleia geral para discutir se continua ou não com o movimento. “O reajuste aprovado não é o que o governo se comprometeu, não é nem a metade do que foi acordado. Os trabalhadores estão muito decepcionado”, revelou.
Com informações G1 Acre

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