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Em menos de 3 anos foram apreendidas mais de quatro toneladas de drogas em Cruzeiro do Sul

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Quatro mil quilos de droga, o equivalente a um caminhão de porte médio carregado, deixou de entrar no Brasil nos últimos três anos através da fronteira aberta do Brasil com o Peru a partir do Acre.
A droga, proveniente do país vizinho, tinha como corredor de entrada rios e trilhas por dentro da floresta que ligam a região do Vale do Juruá, no oeste acreano, à zona rural da cidade peruana de Pucalpa.
Os carregamentos aprendidos tinham como ponto de parada, já em território brasileiro, a cidade de Cruzeiro do Sul, segundo maior município do Acre que tem ligação com a capital Rio Branco através da BR-364 e mantém um forte fluxo com Manaus, capital do Estado do Amazonas, por meio do transporte fluvial.
Segundo o serviço de inteligência da própria polícia acreana a segunda maior cidade do estado é ponto estratégico do narcotráfico para distribuição da droga que entra no Brasil para os grandes centros do país.
Por isso, Cruzeiro do Sul registra, há mais de seis anos, uma guerra sangrenta entre as duas maiores facções criminosas do Brasil pelo controle da rota do tráfico de drogas naquela região.
Mas, segundo o tenente-coronel Evandro Bezerra, comandante da Policia Militar local, Cruzeiro do Sul é, também, a campeã interiorana em ocorrências de apreensões de grandes quantidades de entorpecentes.
Segundo ele, os números falam por si, sobre o esforço das forças de segurança do Acre no enfretamento ao narcotráfico instalado em todo o país.
“O sentimento que eu tenho, como comandante da Policia Militar em Cruzeiro do Sul nos últimos três anos, é de dever cumprido no enfrentamento às facções criminosas e seus esquemas de narcotráficos nessa região do país. Os números de apreensões de droga falam por si e a cada dia estamos atingindo índices mais baixos da violência e criminalidade por aqui”, disse o oficial militar.
O tenente-coronel Evandro Bezerra vai repassar o comando da corporação a um outro oficial na próxima segunda feira. A divulgação do total de entorpecente apreendido durante sua gestão foi uma espécie de prestação de contas.
 

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Servidores da Educação e Saúde do AC mantém greve após aprovação de reajuste e auxílio alimentação

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Servidores da Educação e Saúde do estado decidiram manter a paralisação das atividades e atendimentos após aprovação dos reajustes salariais e auxílio alimentação pelos deputados na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). As categorias se reúnem na próxima semana para discutir os próximos passos da greve.
A greve da Educação começou no dia 16 de fevereiro. O motivo é a paralisação dos servidores da pasta por melhorias salariais, concurso público e outras reivindicações. Por conta da paralisação, o início das aulas foram adiadas do dia 4 de abril para o dia 11.
“Vamos fazer a assembleia na segunda-feira [4] às 9h no Centro. Não era o que queríamos, queremos manter nossa estrutura de carreira, os percentuais entre os níveis, manter os percentuais entre nossas referências e, infelizmente, nos tiraram tudo. Vamos apresentar e discutir como ficou o projeto”, afirmou a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento.
Os sindicatos dos Trabalhadores em Saúde do Acre (Sintesac) e dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) também se posicionaram a favor da paralisação. Para o Sindmed-AC, a reposição de 5,42% é ofensiva e o governo descumpriu o acordo.
“O descumprimento do acordo representou uma grande decepção para a categoria, uma ofensa, pois já havia concordância, por meio de negociação fechada, em junho do ano passado, que existiria a reposição inflacionária dos dois últimos anos”, pontuou o vice-presidente do sindicato, Rodrigo Prado.
O presidente do Sintesac, Adailton Cruz, disse que a categoria se reúne na próxima terça-feira (5) em uma assembleia geral para discutir se continua ou não com o movimento. “O reajuste aprovado não é o que o governo se comprometeu, não é nem a metade do que foi acordado. Os trabalhadores estão muito decepcionado”, revelou.
Com informações G1 Acre

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