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Fenda de 100 metros na BR 364 ameaça fechar acesso a Cruzeiro do Sul; veja

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Uma enorme rachadura circular, atravessando a pista da BR-364, em um trecho recuperado na primeira quinzena deste mês pela empresa M.S.M. Indústria LTDA, próximo à ponte do Rio Purus, no município de Manoel Urbano, aponta para o possível surgimento de uma cratera e eventual interrupção do tráfego para o vale do Juruá a qualquer momento.
A fenda tem profundidade incalculável a olho num e espessura de 7 centímetros em um raio de abrangência de aproximadamente 100 metros sobre uma região proveniente de aterro geográfico.
A construtora não é apontada como culpada pelo problema.
Uma equipe do ACjornal esteve no local na última sexta-feira  e constatou que, naquela ocasião, já existia um desnível de aproximadamente 5 centímetros, na faixa compreendida como núcleo da rachadura, em relação ao nível normal do restante da pista.
Com as chuvas sequenciais nos últimos dias, a tendência nesta segunda-feira, é que o desnível do trecho defeituoso já esteja bem maior.
Hoje pela manhã, o engenheiro civil Carlos Moraes, superintendente do Departamento Nacional de Infra-estrutura e Transporte Terrestre (DNITT/ACRE), informou que o órgão vem monitorando o fenômeno e já esperava essa situação.
Segundo ele, foram colocadas toneladas de pedras no local para recuperação de um trecho de erosão e é natural que o material usado no aterro se mova à procura de fixação e abra rachaduras a serem corrigidas posteriormente, tão logo o subsolo dê sinal de estabilidade na compactação.
Enquanto isso, caminhões, ônibus e outros veículos pesados são orientados por meio de sinalização paralela, no local, a desviarem o raio central do diâmetro da rachadura.
 

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Servidores da Educação e Saúde do AC mantém greve após aprovação de reajuste e auxílio alimentação

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Servidores da Educação e Saúde do estado decidiram manter a paralisação das atividades e atendimentos após aprovação dos reajustes salariais e auxílio alimentação pelos deputados na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). As categorias se reúnem na próxima semana para discutir os próximos passos da greve.
A greve da Educação começou no dia 16 de fevereiro. O motivo é a paralisação dos servidores da pasta por melhorias salariais, concurso público e outras reivindicações. Por conta da paralisação, o início das aulas foram adiadas do dia 4 de abril para o dia 11.
“Vamos fazer a assembleia na segunda-feira [4] às 9h no Centro. Não era o que queríamos, queremos manter nossa estrutura de carreira, os percentuais entre os níveis, manter os percentuais entre nossas referências e, infelizmente, nos tiraram tudo. Vamos apresentar e discutir como ficou o projeto”, afirmou a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento.
Os sindicatos dos Trabalhadores em Saúde do Acre (Sintesac) e dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) também se posicionaram a favor da paralisação. Para o Sindmed-AC, a reposição de 5,42% é ofensiva e o governo descumpriu o acordo.
“O descumprimento do acordo representou uma grande decepção para a categoria, uma ofensa, pois já havia concordância, por meio de negociação fechada, em junho do ano passado, que existiria a reposição inflacionária dos dois últimos anos”, pontuou o vice-presidente do sindicato, Rodrigo Prado.
O presidente do Sintesac, Adailton Cruz, disse que a categoria se reúne na próxima terça-feira (5) em uma assembleia geral para discutir se continua ou não com o movimento. “O reajuste aprovado não é o que o governo se comprometeu, não é nem a metade do que foi acordado. Os trabalhadores estão muito decepcionado”, revelou.
Com informações G1 Acre

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