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Formada na Bolívia tenta revalidar diploma com documento falso, acusa CRM; PF investiga

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O Conselho Regional de Medicina do Acre (CRM-AC) detectou mais uma tentativa de fraude para obtenção de registro profissional no Estado. Desta vez, uma mulher de 38 anos, formada em medicina na Bolívia, apresentou documento falso de revalidação para tentar conseguir a carteira profissional.
Em setembro deste ano, um homem formado no exterior também forjou aprovação no Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos (Revalida) para tentar obter registro na autarquia.
No último dia 10 de novembro, a mulher, que é de Minas Gerais, apresentou solicitação de inscrição primária no CRM-AC. E, em seguida, o setor de registros do Conselho fez a checagem junto à Universidade de Aquino, na Bolívia, e à Universidade Federal do Ceará, a fim de atestar a veracidade do diploma e da apostila de revalidação, respectivamente.
Apesar da faculdade da Bolívia ter confirmado que emitiu regularmente o diploma da profissional, a Universidade Federal do Ceará informou que a suposta apostila de validação não consta nos livros de registro da Pro Reitoria de Graduação da instituição. Logo, o diploma dela não foi revalidado por aquela universidade.
Considerando que há indícios de delitos contra o Conselho Regional de Medicina do Acre, um comunicado foi encaminhado à Polícia Federal com as devidas informações para que sejam tomadas as devidas providências. O caso também foi relatado ao Conselho Federal de Medicina (CFM).

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Servidores da Educação e Saúde do AC mantém greve após aprovação de reajuste e auxílio alimentação

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Servidores da Educação e Saúde do estado decidiram manter a paralisação das atividades e atendimentos após aprovação dos reajustes salariais e auxílio alimentação pelos deputados na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). As categorias se reúnem na próxima semana para discutir os próximos passos da greve.
A greve da Educação começou no dia 16 de fevereiro. O motivo é a paralisação dos servidores da pasta por melhorias salariais, concurso público e outras reivindicações. Por conta da paralisação, o início das aulas foram adiadas do dia 4 de abril para o dia 11.
“Vamos fazer a assembleia na segunda-feira [4] às 9h no Centro. Não era o que queríamos, queremos manter nossa estrutura de carreira, os percentuais entre os níveis, manter os percentuais entre nossas referências e, infelizmente, nos tiraram tudo. Vamos apresentar e discutir como ficou o projeto”, afirmou a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento.
Os sindicatos dos Trabalhadores em Saúde do Acre (Sintesac) e dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) também se posicionaram a favor da paralisação. Para o Sindmed-AC, a reposição de 5,42% é ofensiva e o governo descumpriu o acordo.
“O descumprimento do acordo representou uma grande decepção para a categoria, uma ofensa, pois já havia concordância, por meio de negociação fechada, em junho do ano passado, que existiria a reposição inflacionária dos dois últimos anos”, pontuou o vice-presidente do sindicato, Rodrigo Prado.
O presidente do Sintesac, Adailton Cruz, disse que a categoria se reúne na próxima terça-feira (5) em uma assembleia geral para discutir se continua ou não com o movimento. “O reajuste aprovado não é o que o governo se comprometeu, não é nem a metade do que foi acordado. Os trabalhadores estão muito decepcionado”, revelou.
Com informações G1 Acre

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