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Fronteira com Peru segue fechada e frustra férias de fim de ano dos acreanos

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A decisão do governo do Peru de prorrogar o Estado de Emergência devido à pandemia de covid-19 e, portanto, as fronteiras terrestres do país com o Brasil através do Acre,, frustrou muitos acreanos que contavam passar as festas de final de ano em Cusco e em Lima.
Já são 16 meses com a fronteira fechada, e conforme decreto publicado na segunda-feira, 29, o governo peruano alega que persistem “as graves circunstâncias que afetam a vida das pessoas como consequência da covid-19”.
A medida prejudica principalmente as agências de viagem acreanas, que sempre aumentavam suas vendas  internacionais no período de final de ano com pacotes de Natal e Réveillon no Peru.
Mas não são só as agências que são prejudicadas. O acreano que sempre viajava ao país vizinho de carro com a família (a viagem é bem mais barata que uma viagem ao Nordeste ou sudeste, por conta do preço das passagens aéreas), está sendo obrigado a reorganizar a programação, pois esperava que a fronteira abrisse no final do ano.

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Servidores da Educação e Saúde do AC mantém greve após aprovação de reajuste e auxílio alimentação

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Servidores da Educação e Saúde do estado decidiram manter a paralisação das atividades e atendimentos após aprovação dos reajustes salariais e auxílio alimentação pelos deputados na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). As categorias se reúnem na próxima semana para discutir os próximos passos da greve.
A greve da Educação começou no dia 16 de fevereiro. O motivo é a paralisação dos servidores da pasta por melhorias salariais, concurso público e outras reivindicações. Por conta da paralisação, o início das aulas foram adiadas do dia 4 de abril para o dia 11.
“Vamos fazer a assembleia na segunda-feira [4] às 9h no Centro. Não era o que queríamos, queremos manter nossa estrutura de carreira, os percentuais entre os níveis, manter os percentuais entre nossas referências e, infelizmente, nos tiraram tudo. Vamos apresentar e discutir como ficou o projeto”, afirmou a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento.
Os sindicatos dos Trabalhadores em Saúde do Acre (Sintesac) e dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) também se posicionaram a favor da paralisação. Para o Sindmed-AC, a reposição de 5,42% é ofensiva e o governo descumpriu o acordo.
“O descumprimento do acordo representou uma grande decepção para a categoria, uma ofensa, pois já havia concordância, por meio de negociação fechada, em junho do ano passado, que existiria a reposição inflacionária dos dois últimos anos”, pontuou o vice-presidente do sindicato, Rodrigo Prado.
O presidente do Sintesac, Adailton Cruz, disse que a categoria se reúne na próxima terça-feira (5) em uma assembleia geral para discutir se continua ou não com o movimento. “O reajuste aprovado não é o que o governo se comprometeu, não é nem a metade do que foi acordado. Os trabalhadores estão muito decepcionado”, revelou.
Com informações G1 Acre

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