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Gonzaga,Kimpara, Cadmiel e outros tucanos “negacionistas bolsonarianos” posam com governador de São Paulo e cravam: “o Acre é Dória”

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Um grupo de dirigentes do PSDB acreano esteve com o governador de São Paulo, João Dória, com quem posaram com uma bandeira que tinha a seguinte descrição: “o Acre é Dória’.
Entre os participantes estavam o presidente da executiva estadual, Correinha, os deputados estaduais Luiz Gonzaga e Cadmiel Bomfim, vereador de Rio Branco Ismael Machado e Márcio da Farinha, o ex-reitor da UFAC Minoru Kimpara e sua esposa Degmar Kimpara, além do vice-prefeito de Porto Walter Guarsonio Melo, o único que publicou alguma coisa sobre o encontro.
Não tem problema algum os tucanos do Acre reunir com a maior liderança nacional da sigla, se não fosse o silêncio do PSDB do Acre, frente aos ataques do presidente Jair Bolsonaro ao governador João Dória. Alguém já ouviu alguma crítica dos deputados Cadmiel Bomfim e Luiz Gonzaga às maldades do presidente da República? Talvez até se identifiquem com a maneira de ele agir.
O encontro aconteceu na noite de quarta-feira (13), no Palácio Bandeirantes, sede do governo paulista.
Segundo postagem de Guarsonio Melo, na pauta foram debatidos temas sobre Educação, Agricultura, Saúde, Desenvolvimento, Cultura, Esporte e Politica. “Acredito que a cada dia precisamos inovar no jeito de conduzir uma administração pública seja ela municipal, estadual ou federal”.
No Acre o PSDB caminha para ser comandado pelo senador Márcio Bittar (UB), que articula ter a sigla sob sua órbita de aliados, o que gera uma confusão danada, afinal o senador Márcio Bittar é um dos maiores defensores de Bolsonaro, por sinal o maior inimigo de João Dória.
Tão Acre !

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Servidores da Educação e Saúde do AC mantém greve após aprovação de reajuste e auxílio alimentação

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Servidores da Educação e Saúde do estado decidiram manter a paralisação das atividades e atendimentos após aprovação dos reajustes salariais e auxílio alimentação pelos deputados na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). As categorias se reúnem na próxima semana para discutir os próximos passos da greve.
A greve da Educação começou no dia 16 de fevereiro. O motivo é a paralisação dos servidores da pasta por melhorias salariais, concurso público e outras reivindicações. Por conta da paralisação, o início das aulas foram adiadas do dia 4 de abril para o dia 11.
“Vamos fazer a assembleia na segunda-feira [4] às 9h no Centro. Não era o que queríamos, queremos manter nossa estrutura de carreira, os percentuais entre os níveis, manter os percentuais entre nossas referências e, infelizmente, nos tiraram tudo. Vamos apresentar e discutir como ficou o projeto”, afirmou a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento.
Os sindicatos dos Trabalhadores em Saúde do Acre (Sintesac) e dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) também se posicionaram a favor da paralisação. Para o Sindmed-AC, a reposição de 5,42% é ofensiva e o governo descumpriu o acordo.
“O descumprimento do acordo representou uma grande decepção para a categoria, uma ofensa, pois já havia concordância, por meio de negociação fechada, em junho do ano passado, que existiria a reposição inflacionária dos dois últimos anos”, pontuou o vice-presidente do sindicato, Rodrigo Prado.
O presidente do Sintesac, Adailton Cruz, disse que a categoria se reúne na próxima terça-feira (5) em uma assembleia geral para discutir se continua ou não com o movimento. “O reajuste aprovado não é o que o governo se comprometeu, não é nem a metade do que foi acordado. Os trabalhadores estão muito decepcionado”, revelou.
Com informações G1 Acre

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