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Governo conclui mais uma etapa da obra da ponte do Anel Viário de Brasileia-Epitaciolândia

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O governo do Estado, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem do Acre (Deracre) e do Consórcio Cidade/CZS/Meta concluiu a etapa de infraestrutura dos apoios 02, 03 e 04 da ponte do contorno viário de Brasileia-Epitaciolândia.

Consórcio executor finalizou a concretagem dos blocos dos apoios 02, 03 e 04. Foto: Ascom/Deracre

O bloco do apoio 01 aguarda a finalização do fechamento de formas para concretagem e assim seguir com a estrutura do pilar.
Iniciando a etapa da mesoestrutura, os agentes técnicos da Construtora Cidade executaram ainda a armação dos pilares dos apoios 02, 03 e 04 e trabalham nas atividades de execução das formas e concretagem das estruturas.
O trabalho está sendo efetuado por meio de parceria entre governo federal, via Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), e Consórcio Cidade/CZS/Meta. De acordo com o presidente do Deracre, Petrônio Antunes, a obra do Anel Viário de Brasileia e Epitaciolândia tem prosseguido conforme determinação do governador Gladson Cameli.
“Não paramos, a obra tem seguido o cronograma planejado, as liberações financeiras estão sendo feitas conforme o cronograma e o Dnit se comprometeu em liberar conforme o planejamento”, enfatiza o presidente do Deracre, Petronio Antunes.

A obra é dividida em três fases: infraestrutura, mesoestrutura e superestrutura. O anel viário terá extensão de 10,3 quilômetros, contemplando uma nova ponte de 251,5 metros de comprimento e 15,95 metros de largura, contando com duas faixas de rolamento para veículos, além de acostamentos e passarelas de pedestres em ambos os lados. Os trabalhos para a construção da estrutura seguem em andamento. O investimento total é de R$ 60,4 milhões.
A ponte deverá ser construída com a técnica de balanços sucessivos, que é aplicada em locais onde há  de limitação de apoio para escoramentos convencionais, isto é, em trechos de rios com grande volumes de água e correnteza e grandes vãos. Além de melhorar o tráfego na região, a obra beneficiará mais de 50 mil habitantes e movimentará a economia na região, com geração de emprego e renda.
Os trabalhos para a construção da estrutura continuam em ritmo acelerado. O Deracre segue avançando com as obras, em todo o estado, no intuito de garantir maior e melhor mobilidade para mais acreanos.

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Servidores da Educação e Saúde do AC mantém greve após aprovação de reajuste e auxílio alimentação

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Servidores da Educação e Saúde do estado decidiram manter a paralisação das atividades e atendimentos após aprovação dos reajustes salariais e auxílio alimentação pelos deputados na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). As categorias se reúnem na próxima semana para discutir os próximos passos da greve.
A greve da Educação começou no dia 16 de fevereiro. O motivo é a paralisação dos servidores da pasta por melhorias salariais, concurso público e outras reivindicações. Por conta da paralisação, o início das aulas foram adiadas do dia 4 de abril para o dia 11.
“Vamos fazer a assembleia na segunda-feira [4] às 9h no Centro. Não era o que queríamos, queremos manter nossa estrutura de carreira, os percentuais entre os níveis, manter os percentuais entre nossas referências e, infelizmente, nos tiraram tudo. Vamos apresentar e discutir como ficou o projeto”, afirmou a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento.
Os sindicatos dos Trabalhadores em Saúde do Acre (Sintesac) e dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) também se posicionaram a favor da paralisação. Para o Sindmed-AC, a reposição de 5,42% é ofensiva e o governo descumpriu o acordo.
“O descumprimento do acordo representou uma grande decepção para a categoria, uma ofensa, pois já havia concordância, por meio de negociação fechada, em junho do ano passado, que existiria a reposição inflacionária dos dois últimos anos”, pontuou o vice-presidente do sindicato, Rodrigo Prado.
O presidente do Sintesac, Adailton Cruz, disse que a categoria se reúne na próxima terça-feira (5) em uma assembleia geral para discutir se continua ou não com o movimento. “O reajuste aprovado não é o que o governo se comprometeu, não é nem a metade do que foi acordado. Os trabalhadores estão muito decepcionado”, revelou.
Com informações G1 Acre

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