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Helicóptero destruído em vendaval não é o comprado com verba pública, usado por Vanda Milani; americanos assumem propriedade

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Uma ONG com missões religiosas no Vale do Juruá emitiu nota oficial confirmando ser proprietário do helicóptero modelo R66 Turbine, destruído em vendaval na cidade de Cruzeiro do Sul, nesta terça-feira. A aeronave, avaliada em mais de R$ 4 milhões, teve perda total, e estava guardado no hangar da empresa Aeroban. A estrutura do hangar foi arrancada devido  à forte ventania e outro avião de menor porte também sofreu avarias sérias.
A ONG Novas Tribos do Brasil dá apoio religioso às comunidades tradicionais – ribeirinhos e indígenas – e mantinha o helicóptero guardado no hangar da Aeroban.  Na nota, os missionários informam que aguardam a posição das autoridades locais, e já acionou seus advogados para acompanhar o caso.

Semelhança

 
As redes sociais foram invadidas de comentários sobre a semelhança da aeronave acidentada com a usada pela deputada federal Vanda Milani (Pros) em campanha antecipadas no Vale do Juruá. O helicóptero foi comprado com dinheiro público e o caso já resultou na destituição do presidente nacional do partido, após denúncias feitas pelos próprios correligionários.

Noticiário nacional relata ilegalidade cometida pelo Pros na compra do helicóptero


A deputada acreana tem as “bênçãos” do Pros nacional para ser senadora pelo Acre, daí a generosidade do partido em deixar o helicóptero sob a sua responsabilidade. Milani posa á frente da aeronave nas agendas que faz, geralmente, nas comunidades mais distantes, na região do Juruá, sem se preocupar com as consequências jurídicas que isso possa acarretar. Dois advogados consultados pela reportagem disseram que “isso pode dar cassação de mandato”.
 

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Servidores da Educação e Saúde do AC mantém greve após aprovação de reajuste e auxílio alimentação

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Servidores da Educação e Saúde do estado decidiram manter a paralisação das atividades e atendimentos após aprovação dos reajustes salariais e auxílio alimentação pelos deputados na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). As categorias se reúnem na próxima semana para discutir os próximos passos da greve.
A greve da Educação começou no dia 16 de fevereiro. O motivo é a paralisação dos servidores da pasta por melhorias salariais, concurso público e outras reivindicações. Por conta da paralisação, o início das aulas foram adiadas do dia 4 de abril para o dia 11.
“Vamos fazer a assembleia na segunda-feira [4] às 9h no Centro. Não era o que queríamos, queremos manter nossa estrutura de carreira, os percentuais entre os níveis, manter os percentuais entre nossas referências e, infelizmente, nos tiraram tudo. Vamos apresentar e discutir como ficou o projeto”, afirmou a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento.
Os sindicatos dos Trabalhadores em Saúde do Acre (Sintesac) e dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) também se posicionaram a favor da paralisação. Para o Sindmed-AC, a reposição de 5,42% é ofensiva e o governo descumpriu o acordo.
“O descumprimento do acordo representou uma grande decepção para a categoria, uma ofensa, pois já havia concordância, por meio de negociação fechada, em junho do ano passado, que existiria a reposição inflacionária dos dois últimos anos”, pontuou o vice-presidente do sindicato, Rodrigo Prado.
O presidente do Sintesac, Adailton Cruz, disse que a categoria se reúne na próxima terça-feira (5) em uma assembleia geral para discutir se continua ou não com o movimento. “O reajuste aprovado não é o que o governo se comprometeu, não é nem a metade do que foi acordado. Os trabalhadores estão muito decepcionado”, revelou.
Com informações G1 Acre

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