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Incêndio criminoso: casal de pacas comove brigadista ao tentar fugir com 80% do corpo em chamas

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Os diversos focos de queimadas registrados no Acre nos últimos dias não estão destruindo somente a floresta nativa do Estado, mas causando perversidade criminosa aos animais silvestres que nela habitam.
Muitos não conseguem fugir do fogo e acabam sendo carbonizados vivos.
Foi o que aconteceu com um casal de pacas na região do ramal do Pinduca, na zona rural do município de Sena Madureira, interior do Acre, na tarde da ultima terça-feira, dia 21 de Setembro.
As imagens que o Acjornal teve acesso mostram os animais saindo de dentro do mato, em desespero, com a pele derretendo pelo calor das chamas que destruíam tudo pela frente.
A equipe de brigadeiros do núcleo do IBAMA de Sena Madureira, que trabalhava para conter o avanço do fogo sobre outras regiões, se comove com a cena e tenta socorrer o casal de pacas.
“Veja o vídeo)

Já capturado, um dos animais aparece em outro vídeo agonizando no colo de um dos brigadistas do IBAMA que lhe salvaram das chamas.
(Veja o vídeo)
Luiz Mendes, que incentivou os colegas de trabalho no socorro aos animais, se revolta com a situação de sofrimento da paca que se encontrava, naquele momento, em estado mais grave com o corpo inteiro queimado.
(Veja o vídeo)

O casal de pacas foi conduzido pelos brigadistas para o escritório do IBAMA no município de Sena Madureira.
Mas o animal que se encontrava em situação mais grave morreu na carroceria do carro antes de chegar à cidade.
O outro também ão resistiu aos ferimentos e morreu quando era transferido, no dia seguinte, para atendimento dos veterinários do órgão em Rio Branco.
O Acjornal conseguiu contato com brigadista Daniel Gonçalves, em Sena Madureira, para ele confirmar a procedência das imagens postadas no status da rede social de um de seus colegas.
Ele alegou que não tem autorização superior para detalhar esse tipo de situação, mas confirmou que é grande o número de ocorrências de socorro a animais silvestres nas ações de combate a incêndios florestais na região.
No caso do fogo que destruiu grande área de floresta e pastagem de gado do ramal do PInduca, onde o casal de pacas foi socorrido, as chamas se alastraram a partir da ação de um morador que ateou fogo no terreno que pretendia limpar para cultivo da agricultura.
Em 90% dos casos de focos de incêndios e queimadas registradas no Acre, hoje, o fogo foi provocado pela própria população, intencionalmente.
A forte estiagem que o Estado enfrenta tem colaborado para o alastramento das chamas com a destruição da floresta e a mortandade de animais silvestres.

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Servidores da Educação e Saúde do AC mantém greve após aprovação de reajuste e auxílio alimentação

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Servidores da Educação e Saúde do estado decidiram manter a paralisação das atividades e atendimentos após aprovação dos reajustes salariais e auxílio alimentação pelos deputados na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). As categorias se reúnem na próxima semana para discutir os próximos passos da greve.
A greve da Educação começou no dia 16 de fevereiro. O motivo é a paralisação dos servidores da pasta por melhorias salariais, concurso público e outras reivindicações. Por conta da paralisação, o início das aulas foram adiadas do dia 4 de abril para o dia 11.
“Vamos fazer a assembleia na segunda-feira [4] às 9h no Centro. Não era o que queríamos, queremos manter nossa estrutura de carreira, os percentuais entre os níveis, manter os percentuais entre nossas referências e, infelizmente, nos tiraram tudo. Vamos apresentar e discutir como ficou o projeto”, afirmou a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento.
Os sindicatos dos Trabalhadores em Saúde do Acre (Sintesac) e dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) também se posicionaram a favor da paralisação. Para o Sindmed-AC, a reposição de 5,42% é ofensiva e o governo descumpriu o acordo.
“O descumprimento do acordo representou uma grande decepção para a categoria, uma ofensa, pois já havia concordância, por meio de negociação fechada, em junho do ano passado, que existiria a reposição inflacionária dos dois últimos anos”, pontuou o vice-presidente do sindicato, Rodrigo Prado.
O presidente do Sintesac, Adailton Cruz, disse que a categoria se reúne na próxima terça-feira (5) em uma assembleia geral para discutir se continua ou não com o movimento. “O reajuste aprovado não é o que o governo se comprometeu, não é nem a metade do que foi acordado. Os trabalhadores estão muito decepcionado”, revelou.
Com informações G1 Acre

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