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Misericórdia: nem as paredes da Santa Casa são poupadas do projeto suicida dos Bittar

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É no mínimo estranho aos que chegam na Santa Casa de Misericórdia de Rio Branco e se deparam com quadros do casal, Márcia e seu marido, o senador  Márcio Bittar, ladeados do casal Mazinho (prefeito de Sena Madureira) e da mulher, a deputada Meire Serafim.
Será que o Provedor da entidade, José Alex, tem noção do  quanto isso é abusivo e até ilegal? Ou é proposital, um flagrante de campanha eleitoral fora de época?  Qual a justificativa de ter esses personagens estampados na parede de uma unidade de saúde que mantem convênio com SUS?
O senador Márcio Bittar (PSL) e a direção da Santa Casa estão sendo investigados em um inquérito do Ministério Público Federal que levantou suspeitas sobre a emenda destinada de R$126 milhões do orçamento da União; Logo por ele, Bittar, o relator.
Meire e Mazinho ali seria por motivos óbvios: um convênio entre a entidade e a prefeitura de Sena, que custeia tratamentos de doentes enviados daquele município, a mando do prefeito local. Ele é pré-candidato a deputado federal e sua mulher vai pra reeleição.
Márcia Bittar está em campanha suicida de senado. Mesmo diante da antipatia que os Bittar têm, ela jura que ser Bolsonarista irá resolver sua eleição no Acre.
A entidade hospitalar é investigada por suspeitas de mudança de documentos para se livrar de inúmeros processos trabalhistas e criminais, que estão tramitando na Justiça Federal e o valor de uma emenda destinada pelo senador Márcio Bittar, foi motivo para os dirigentes da Santa Casa espalhar quadros do casal Bittar por tudo que é lugar na unidade.
Há justiça, MPE, MPF no Acre?
 

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Servidores da Educação e Saúde do AC mantém greve após aprovação de reajuste e auxílio alimentação

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Servidores da Educação e Saúde do estado decidiram manter a paralisação das atividades e atendimentos após aprovação dos reajustes salariais e auxílio alimentação pelos deputados na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). As categorias se reúnem na próxima semana para discutir os próximos passos da greve.
A greve da Educação começou no dia 16 de fevereiro. O motivo é a paralisação dos servidores da pasta por melhorias salariais, concurso público e outras reivindicações. Por conta da paralisação, o início das aulas foram adiadas do dia 4 de abril para o dia 11.
“Vamos fazer a assembleia na segunda-feira [4] às 9h no Centro. Não era o que queríamos, queremos manter nossa estrutura de carreira, os percentuais entre os níveis, manter os percentuais entre nossas referências e, infelizmente, nos tiraram tudo. Vamos apresentar e discutir como ficou o projeto”, afirmou a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento.
Os sindicatos dos Trabalhadores em Saúde do Acre (Sintesac) e dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) também se posicionaram a favor da paralisação. Para o Sindmed-AC, a reposição de 5,42% é ofensiva e o governo descumpriu o acordo.
“O descumprimento do acordo representou uma grande decepção para a categoria, uma ofensa, pois já havia concordância, por meio de negociação fechada, em junho do ano passado, que existiria a reposição inflacionária dos dois últimos anos”, pontuou o vice-presidente do sindicato, Rodrigo Prado.
O presidente do Sintesac, Adailton Cruz, disse que a categoria se reúne na próxima terça-feira (5) em uma assembleia geral para discutir se continua ou não com o movimento. “O reajuste aprovado não é o que o governo se comprometeu, não é nem a metade do que foi acordado. Os trabalhadores estão muito decepcionado”, revelou.
Com informações G1 Acre

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