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O dedo podre de justiceiros financiados por Petecão, Bittar e Rocha que distorcem inquérito da PF em manchetes encomendadas

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Desde a deflagração da operação Ptolomeu, alguns pseudos Jornalistas, sindicalistas e representantes de entidades de classe do Acre se revelam propagadores da mentira e da desinformação.
Ao esmiuçar o relatório das investigações, plantam trechos polêmicos e de difícil interpretação do leitor para criar um ambiente de caos e tentar de qualquer maneira ligar o governador Gladson Cameli aos fatos. Esses são, do jornalista ao sindicalista, do representante de classes ao mais abastardo ignorante, financiados pelo vice-governador Major Rocha, assessores do suposto aliado e deputado tucano Luiz Gonzaga e pelo senador Sérgio Petecão.
Ao usar uma entidade ligada à saúde (devia proteger doentes crônicos), esse mesmo grupo político desconstrói o pouco que produziu em seu mandato, e buscam agora, na pré-campanha eleitoral, ofuscar sua omissão no combate à pandemia.
O dirigente da tal entidade tem trânsito nas unidades de saúde, em razão do cargo, e habitualmente capta votos em troca de assistência médico-hospitalar (ou vice-versa), aproveitando-se do SUS e da estrutura que habitualmente ataca para desgastar a imagem dos gestores públicos.
Falo de um analfabeto funcional.
O advento da “Ptolomeu” enche os bolsos de mal caráteres cujos nomes serão delatados em reportagem futura, em que comprovaremos a distorção flagrante das conclusões da Polícia Federal e a tentativa criminosa de julgar e sentenciar como se fora juiz. Até mesmo serviçais de sites ligados ao senador Márcio Bittar causam desconforto na relação do chefe com o governador ao fazer citações alheias ao inquérito policial.
No caldeirão dos canalhas está, inclusive, quem se passa por empresária de mídia a fazer papel de santo e demônio – como diz o dito popular “comendo mais que impingem”.
Internautas desavisados – a maioria se baseia no que lê e ouve nas redes sociais – ficam reféns de notícias mentirosas e encomendadas por quem tem interesse no caos.
O subsecretário de Educação, Moisés Diniz, embora sem citar os autores da desgraça (a nominação é minha) descreveu muito bem em um perfil de rede social como alguns justiceiros da mídia estão tratando o caso. O ex-deputado evita o confronto com os apaniguados a serviço de quem, insanamente, quer tomar o poder, e prefere fazer uma leitura mais técnica sobre os rumores, ilações e outras manchetes plantadas a fim de confundir a opinião pública.
Veja:
*A DESINFORMAÇÃO
QUE NÃO ESTÁ
NO PROCESSO*
Os 420 milhões das empresas da família Cameli, citados pela Revista IstoÉ, não envolvem o Acre e nem seus recursos públicos, muito menos envolve o Gladson ou qualquer ação sua como governador.
A mídia nacional usou de má fé ou recebeu de alguém do Acre só um pedaço do processo? Quem vai reparar esse erro?
Quando a PF fala de uma movimentação de 828 milhões, também não está tratando de recursos públicos do governo do Acre.
Triste quando a gente viu pessoas esclarecidas, acreditando que havia ocorrido um desvio de 828 milhões de reais de recursos públicos. E ainda deram a entender que era do SUS e do FUNDEB.
Essas manchetes viraram criatividade diabólica em mentes esquizofrênicas da política. A sociedade, em breve, vai saber quem são os verdadeiros conspiradores, que passarão de justiceiros a molhadores de polegar na delegacia de polícia.
A polícia Federal está afirmando uma coisa na investigação e esses justiceiros de dedo podre estão escrevendo outra coisa.
Mesmo a PF, acabou entrando num emaranhado de contradições de informações, que vai dar trabalho às instâncias judiciais, pra reparar tão gigantesco erro.
Vamos aguardar que não matem mais gente, como fizeram no G7, finalizou Moisés.
 
Com as constantes notícias que criam ambiente de dúvida envolvendo ilicitudes nas finanças do governador Gladson Cameli, segue nota dos advogados Ticiano Figueiredo e Pedro Ivo Velloso.
NOTA DA DEFESA DO GOVERNADOR GLADSON CAMELI
A investigação é um emaranhado de assuntos desconexos. De um lado, tentam, em vão, criar um vínculo espúrio entre o governador e contratações lícitas realizadas pelo Estado.
De outro lado, esmeram-se em levantar suspeitas sobre as finanças do governador. Apenas suspeitas são lançadas, nenhuma imputação de crime é realizada.
São apenas ilações desconexas que, com o devido respeito, não poderiam justificar a realização de medidas invasivas como a busca e apreensão e o bloqueio de bens.
Todas as suas movimentações financeiras são lícitas e o seu patrimônio tem origem conhecida, seja no âmbito privado, seja na renda auferida em razão das funções públicas ocupadas. Em razão disso, a defesa do governador Gladson Cameli irá apresentar o recurso cabível e confia que a decisão será objeto de revisão.
Apesar de discordar veementemente do que consta na investigação, a defesa vem expressar que confia plenamente no Poder Judiciário e nas instituições republicanas.
Ticiano Figueiredo e Pedro Ivo Velloso

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Servidores da Educação e Saúde do AC mantém greve após aprovação de reajuste e auxílio alimentação

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Servidores da Educação e Saúde do estado decidiram manter a paralisação das atividades e atendimentos após aprovação dos reajustes salariais e auxílio alimentação pelos deputados na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). As categorias se reúnem na próxima semana para discutir os próximos passos da greve.
A greve da Educação começou no dia 16 de fevereiro. O motivo é a paralisação dos servidores da pasta por melhorias salariais, concurso público e outras reivindicações. Por conta da paralisação, o início das aulas foram adiadas do dia 4 de abril para o dia 11.
“Vamos fazer a assembleia na segunda-feira [4] às 9h no Centro. Não era o que queríamos, queremos manter nossa estrutura de carreira, os percentuais entre os níveis, manter os percentuais entre nossas referências e, infelizmente, nos tiraram tudo. Vamos apresentar e discutir como ficou o projeto”, afirmou a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento.
Os sindicatos dos Trabalhadores em Saúde do Acre (Sintesac) e dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) também se posicionaram a favor da paralisação. Para o Sindmed-AC, a reposição de 5,42% é ofensiva e o governo descumpriu o acordo.
“O descumprimento do acordo representou uma grande decepção para a categoria, uma ofensa, pois já havia concordância, por meio de negociação fechada, em junho do ano passado, que existiria a reposição inflacionária dos dois últimos anos”, pontuou o vice-presidente do sindicato, Rodrigo Prado.
O presidente do Sintesac, Adailton Cruz, disse que a categoria se reúne na próxima terça-feira (5) em uma assembleia geral para discutir se continua ou não com o movimento. “O reajuste aprovado não é o que o governo se comprometeu, não é nem a metade do que foi acordado. Os trabalhadores estão muito decepcionado”, revelou.
Com informações G1 Acre

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