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Petecão e Bittar parecem tratar eleitor como otário. Acre repudia golpe usando a própria família e Jorge Viana pode se dar bem

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O acreano acordou hoje com a notícia do fim do casamento do senador Petecão com a vice-prefeita Marfisa Galvão.  A notícia foi dada em primeira mão pelo acornal e, claro, repercute muito nas redes sociais.
Seria uma notícia triste o fim de um enlace que durou anos. A desagregação de uma família nunca é fácil, não fosse o fato de que 15 dias atrás, após a confirmação da candidatura da agora ex-mulher do senador Márcio Bittar, Márcia Bittar. Ela separou mas não trocou o nome, e já está em pré-campanha para o Senado federal. No míni, no mínimo, para deputada federal.
Vergonhoso!
E agora, dias depois, Marfisa expressou a amigos o desejo de disputar o cargo. “Se ela pode, porque eu não posso”, teria comentado”. Mal amanheceu e as redes sociais da vice-prefeita da capital já têm imagens apelativas: ora com o filho menor, ora em suposta missão assistencialista.
O que seria a tragédia de duas famílias destruídas, gerando dor e sofrimento a seus membros, inclusive com indícios de traições, saiu do campo pessoal e foi direto para a seara política, sem direito a compaixão por parte dos protagonistas dessa vergonha.
Não se iluda você que se comove com o que chamam de “separação de corpos”. As uniões não ficaram tão coesas.
Não se permita usar chapéu de otário.
É no mínimo estranho que nossos dois senadores estejam em processos de separação com suas esposas brigando por um dos cargos mais cobiçados da República: a única vaga do Senado em 2022.
O acreano se mostra revoltado contra essa tentativa absurda de se estabelecer uma nova familiocracia no Acre. Marfisa foi indicada ao cargo de vice-prefeita por imposição do então marido.
No final do ano passado e início deste ano, Petecão falou publicamente sobre o caso e se mostrou indignado com Tião Bocalom.  O motivo? Teria pouco espaço na prefeitura. Imaginem só! Sua esposa é vice-prefeita, secretária municipal de ação social, dirige a área de esporte, seu grupo político ocupa vários cargos de confiança e ele acha que tem pouco espaço nas indicações de cargos e secretarias. Imaginemos o que seria muito pro senador 100% familiar, digo, “popular”.
Nesse enredo de crioulo doido em que Petecão e Bittar tentam sambar na cara do povo acreano, quem já ensaia a dancinha da vitória com um ano de antecedência é o ex-senador Jorge Viana. Não se engane. Ele se vê a cada dia mais perto de voltar ao Senado.
Parabéns aos envolvidos.
Depois não reclamem do troco das urnas.
O eleitor repudia, desde já, cheio de razão.

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Servidores da Educação e Saúde do AC mantém greve após aprovação de reajuste e auxílio alimentação

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Servidores da Educação e Saúde do estado decidiram manter a paralisação das atividades e atendimentos após aprovação dos reajustes salariais e auxílio alimentação pelos deputados na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). As categorias se reúnem na próxima semana para discutir os próximos passos da greve.
A greve da Educação começou no dia 16 de fevereiro. O motivo é a paralisação dos servidores da pasta por melhorias salariais, concurso público e outras reivindicações. Por conta da paralisação, o início das aulas foram adiadas do dia 4 de abril para o dia 11.
“Vamos fazer a assembleia na segunda-feira [4] às 9h no Centro. Não era o que queríamos, queremos manter nossa estrutura de carreira, os percentuais entre os níveis, manter os percentuais entre nossas referências e, infelizmente, nos tiraram tudo. Vamos apresentar e discutir como ficou o projeto”, afirmou a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento.
Os sindicatos dos Trabalhadores em Saúde do Acre (Sintesac) e dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) também se posicionaram a favor da paralisação. Para o Sindmed-AC, a reposição de 5,42% é ofensiva e o governo descumpriu o acordo.
“O descumprimento do acordo representou uma grande decepção para a categoria, uma ofensa, pois já havia concordância, por meio de negociação fechada, em junho do ano passado, que existiria a reposição inflacionária dos dois últimos anos”, pontuou o vice-presidente do sindicato, Rodrigo Prado.
O presidente do Sintesac, Adailton Cruz, disse que a categoria se reúne na próxima terça-feira (5) em uma assembleia geral para discutir se continua ou não com o movimento. “O reajuste aprovado não é o que o governo se comprometeu, não é nem a metade do que foi acordado. Os trabalhadores estão muito decepcionado”, revelou.
Com informações G1 Acre

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